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Criação Deus

Em todas as áreas que o ser humano adquire conhecimento na faculdade e trabalho. Deus fez tudo para deixarmos com talentos em determinadas áreas para que possamos cuidar da sua natureza mediante à sua Palavra e Espírito (Mt 25.14-30). 
Temos as terras, plantas, animais para cuidarmos (Gn 1.28-30). Porém nos últimos tempos, a natureza irá se revoltar contra nós, pois deixamos de agir mediante a sua Palavra e Espírito.



O profeta Isaías predisse que a terra de Israel se tornaria fértil novamente (Is 27.6) - "Dias virão em que Jacó lançará raízes, florescerá e brotará Israel, e encherão de fruto o mundo". 

Os judeus que retornaram a Israel têm transformado a terra anteriormente deserta e desolada numa terra mais eficiente para a agricultura do mundo, segundo as Nações Unidas. Atualmente, Israel, supre mais de 90% das frutas cítricas consumidas por centenas de milhões de europeus. 
O profeta Joel predisse que Israel, nos últimos dias, experimentaria um aumento de chuvas, que contribui para a fertilidade no campo (Joel 2.23) - "Alegrai-vos, pois filhos de Sião, regozijai-vos no Senhor, vosso Deus, porque ele vos dará em justa medida a chuva; fará descer, como outrora, a chuva temporã e a serôdia" e (Jl 2.18-27). 
Como o índice pluviométrico cresceu mais de 10% a cada década durante o último século, os judeus que voltaram à terra plantaram mais de duzentos milhões de árvores e transformaram completamente o meio ambiente da Terra Prometida.



Fertilidade é o termo empregado para categorizar a capacidade de produzir vida. Pode referir-se aos animais ou plantas aptos para a reprodução ou a um tipo de solo, água, ou clima, com características que permitam manter animais ou vegetais em abundância. 

A fertilidade é um dom de Deus, porque na terra e nos corações as sementes nascem. 
Semente - palavra de Deus se desenvolve no homem pela água da vida, que é o Espírito Santo. A que caiu na boa terra são os que, tendo ouvido de bom e reto coração, retêm a palavra; esses frutificam (Lc 8.15). 
A semente e a água, é a eficácia da prosperidade no campo juntamente com o Espírito de Deus, palavra hebraica que significa vento, sem o ar ninguém se desenvolve. 
A pessoa com a semente (palavra de Deus) e a água da vida (Espírito Santo), fica sob o cuidado como a terra fértil que cuida o Senhor (Dt 11.12).  
A obediência leva a bênção, e a desobediência leva a maldição (Dt 28.1-11; 28.15-68).  
Porque, assim como descem a chuva e a neve dos céus e para lá não tornam, sem que primeiro reguem a terra, e a fecundem, e a façam brotar, para dar semente ao semeador e pão ao que come, assim será a palavra que sair da minha boca: não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz e prosperará naquilo que a designei (Is 55.10-11). 
A imagem da chuva que fecunda a terra e faz brotar a vegetação é particularmente apropriada para descrever a eficácia da palavra de Deus. A terra estéril, o coração é estéril, a terra é fértil, o coração é fértil (Dt 28.1-14; Mt 13.1-9). A terra é seca, o coração é seco, a terra d´água, o coração d´água da vida - Espírito Santo (Jo 7.37-39). 
Se envia teu Espírito, são criados; e Fazes nova a face do solo (Sl 104.30). A palavra espírito tem sua raiz etimológica do Latim "spiritus", significando "respiração" ou "sopro", mas também pode estar se referindo a "alma", "coragem", "vigor" e finalmente, fazer referência a sua raiz no idioma PIE *(s) peis- (soprar). Na Vulgata, a palavra em Latim é traduzida a partir do grego "pneuma" (πνευμα), (em Hebreu (רוח) ruah), e está em oposição ao termo anima, traduzido por "psykhē".

A distinção entre a alma e o espírito somente ocorreu com a atual terminologia judaica-cristã (Grego. "psykhe" vs. "pneuma", Latim "anima" vs. "spiritus", Hebreu "ruach" vs. "neshama", "nephesh" ou ainda "neshama" da raíz "NSHM", respiração). O Espírito de Deus significa vento. O vento em certos lugares dos países subdesenvolvidos por enquanto são de tempos ruins para plantar verduras, legumes, frutas, e dificulta a criação de animais para consumir carnes e exportar alimentos na agroindústria. 
Se Deus enviar o teu Espírito (vento) condicional para enriquecer o solo de alimentos, os países subdesenvolvidos serão fartos de colheitas. 
Fazendo chover, mostras o teu cuidado pela terra e a tornas boa e rica.
Com as chuvas do céu enches de água os rios, e assim a terra produz alimentos, pois para isso a preparaste (Sl 65.9). 
Espírito de Deus é o agente da criação, senão fosse o Espírito de Deus não teria vida, nem recursos naturais. 
Deus é o Criador, e nós somos filhos da sua criação, como Ele é um bom Pai, deixou a terra para nós trabalhar, plantar, colher, comer.  
Deus faz crescer capim para o gado e verduras e cereais para as pessoas, que assim tiram da terra o seu alimento (Sl 104.14). Agricultura é a atividade realizada pelo homem que consiste na reprodução de plantas. O homem planta a muda ou a semente e com isso obtém a reprodução de plantas. 
É diferente, portanto, do extrativismo vegetal, que é uma atividade não-reprodutiva. O extrativismo corresponde a retirada ou extração de certos produtos na natureza, sem que o homem participe do processo de criação ou reprodução desses produtos. Por exemplo, na agricultura, para que se obtenham boas colheitas são necessárias várias condições naturais favoráveis: chuva em quantidade e tempo certo; temperaturas adequadas para cada tipo de planta; números de horas de insolação ou exposição ao sol suficiente para cada tipo de planta. Vento sem velocidade muito intenso etc.



A importância do Espírito (palavra hebraica que significa vento) de Deus. Se o homem constitui um ser excepcional no Universo, o ar que o envolve também deve ser considerado como tal. Se não existisse o Espírito (vento) de Deus não haveria animais, nem plantas. Todas as características do mundo, tal como o percebemos, e o próprio ambiente terrestre, dependem essencialmente do ar. Sem o Espírito de Deus, não haveria nuvens ou chuva. Não haveria céu azul, nem crepúsculos ou auroras. Não existiria o fogo, pois toda combustão resulta da união do oxigênio com as substâncias que queimam. Não existiria o som, pois o que chamamos de som, é a vibração das moléculas de ar contra o tímpano. 
Sem o Espírito de Deus, enfim, as plantas não poderiam nascer e crescer. Se envia o teu Espírito (vento), são criados; e fazes nova a face do solo (Sl 104.30). Além de suas demais propriedades, o Espírito (vento) de Deus serve de imenso escudo que protege a Terra da violência dos raios solares, absorvendo as radiações de ondas curtas mais perniciosas. À noite, funciona como teto de vidro de uma gigantesca estufa, conservando o calor do dia e impedindo que ele se perca todo no espaço. 
O ar, além das diferenças de pressão, também está sujeito às variações de temperatura (a temperatura varia de um local para outro e também durante o dia). Estas variações fazem com que o ar se movimente com velocidades diferentes. Percebemos o movimento do ar através dos ventos ou correntes de ar. 
Vento: o ar em movimento, fenômeno devido sobretudo às diferenças de temperatura nas várias regiões atmosféricas. Ar, atmosfera. Temperatura: quantidade de calor que existe no ambiente, e resultante da ação dos raios solares. Quantidade de calor existente num corpo. DEUS QUE FORMA O VENTO E A TEMPERATURA. 
O Espírito de Deus pode ser a favor da produção de alimentos nos países onde são quentes e difíceis à produção. Porque é ele que forma os montes, e cria o VENTO e declara ao homem qual é o seu pensamento; e faz da manhã trevas e pisa os altos da terra; Senhor, Deus dos Exércitos, é o seu nome (Amós 4.13). 
Se a temperatura é quente e atrapalha plantio e criação de animais para exportar carnes para as vossas cidades e países se alimentarem, convertei-vos a Deus, pois o Senhor mandará a chuva e será outra temperatura ou vento nas vossas cidades. Deus muda seca em chuva, sendo as cidades transformadas em Deus em reconhecer a sua admoestação para obedecer e adora-lo (Am 4.4-13). É QUE O SENHOR FORMA O VENTO, RETÉM A CHUVA OU FAZ CHOVER. Um campo chove e o outro campo não chove. 

No neolítico, em função de um clima mais benigno, o homem passou a cultivar a terra, a criar o gado, a fazer artesanato em cerâmica e a se sedentarizar. 
Esse homem construía dólmens funerários e movimentos megalíticos. Eis com um quadro de ações mais amplo, com relações mais definida ante a vegetação, os animais, o clima, as estações do ano. Como artesão, criador de gado e cultivada terra, o seu sentir e querer estavam vinculados a atividades que ele devia exercer, a objetivos novos que passaram a lhe interessar e que competia a ele providenciar. Assim passou a existir a organização da comunidade, com a regulamentação do uso da terra, da produção e distribuição dos bens, das relações familiares e sociais. "O individuo para sobreviver, devia assumir um código de ética instituído por Deus na comunidade como mandado supranatural. Com os deveres morais emergiu também conserto da transgressão a eles, ou de culpa. Esta configura o pecado que clama contra Deus justificando na natureza. 
A ira de Deus é exercitada e deve ser aplicada. Deus expulsou o homem do Jardim do Éden. Agora para o homem plantar, colher, alimentar, vai ser do próprio esforço, antes nem era assim, era tudo fácil. A natureza nem corresponde ao homem, por mais que seja esforçado, tem terra que nem adianta esperar plantar para colher, não chove na terra, nem prospera a nação. E Adão disse: visto que atendeste a voz de tua mulher e comeste da árvore que eu te ordenara não comesse, maldita é a terra por tua causa; em fadigas obterás dela o seu sustento durante os dias de tua vida. No suor do rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, pois dela foste formado; porque tu és pó tornarás" (Gn 3.17-19).



Os meteoros circulam, não existe ar que os empurre de um lugar para outro... Vemos que Deus fez "os firmamentos dos céus" com sua sabedoria e controla o universo. 
No mundo físico pela gravidade, o objeto se move, desde que esteja livre. Se eu pegar um objeto e depois soltar, pela gravidade vai cair. Então, os meteoros voam livremente e não caem, quem os controla para não bater com outros? Deus é o próprio controlador dos corpos celestiais. 
Deus estabeleceu os planetas no céu (Gn 1.14; Sl 8.3). Teus são os céus, tua, a terra; o mundo e a sua plenitude, tu o fundaste (Sl 89.11; 115.11). O céu se alteia acima da terra (Sl 103.11). 
Os firmamentos dos céus serão abalados/perderão estabilidades (Lucas 21.25-27). Sinal que virá o Filho do Homem - Jesus Cristo. Quando um corpo rochoso vem do espaço e entra na atmosfera, ele é inicialmente chamado pelos astrônomos de meteoro. Caso ele comprovadamente atinja o solo, em vez de se desfazer em atrito com a atmosfera, ele passa a ser classificado de "meteorito".



                                     
Disse Deus e criou os seres viventes e tudo o que nasce na terra Ele abençoou o que era bom (Gn 1.11-25). 
Deus fez as estações literalmente, os tempos determinados, ou seja, as estações do ano como verão, primavera, outono, inverno. 
Os vegetais dependem da luz do sol, do solo, da água da chuva. A todo o momento estamos em contato com a natureza e dependemos dela para a nossa vivência. 
A natureza é, portanto, fonte de vida e fonte de recursos naturais. A natureza é a obra prima de Deus para nós vivermos com o Criador e a sua criação. 
Entre as atividades econômicas, dependem mais diretamente do clima são as atividades primárias (agricultura, pecuária, silvicultura, caça, pesca e extrativismo). 
O homem e a adaptação no clima. O homem é o único ser vivo que pode viver em todos os climas do mundo. Para isso ele desenvolveu mecanismos orgânicos e culturais de adaptação (casas, vestuário, eletricidades, além de muitas outras conquistas científicas e tecnológicas) que lhe permitiram capacidade de adaptação. Recursos naturais são todos os bens fornecidos pela natureza: o solo, os minerais, a água, o sol como fonte de luz e calor e a vegetação, os animais, o ar. 
Deus é o Senhor da criação e é quem dirige o curso dos tempos (Dn 2.21; Hc 2.3; At 1.7). Teu é o dia e tua é a noite: preparaste a luz e o sol. Estabeleceste todos os limites da terra; verão e inverno tu os formaste (Sl 74.16-17). A palavra de Deus sempre renova a fertilidade na terra e o homem planta e colhe mais do que planta, as sementes, nasce, cresce e morre, e a renovação contínua sempre pelo trabalho do homem e pelo dom de Deus, se não tiver o dom de Deus no meio do trabalho rural, nem tecnologia, nem engenheiro agrônomo dá jeito de chover para a fecundidade na sua terra. 
Para os antigos orientais, a fecundidade era objeto de culto, pois consideravam-na forca divina que residia em alguns seres, por exemplo, na terra. No Antigo Testamento, porém, a fecundidade é capaz de produzir ou de reproduzir, fértil, produtivo, criador fertilidade é uma bênção outorgada por Deus (Gn 1.28). 
Deus criou o homem e a mulher para ter suas qualidades a sua imagem e semelhança (Gn 1.27). Homem no Hebraico é Adam designa aqui todo o gênero humano. Em outras passagens, esse mesmo termo tem o significado de um nome próprio Adão - Gn 4.25. 
Todo o gênero humano é sujeito ter a bênção de Deus de extrair tudo o que Ele nos apresenta para comer, beber, trabalhar, mas com os rios de água viva (Jo 7.38) simboliza a vida em toda a sua plenitude da mesma forma como tinham Adão e Eva no Jardim do Éden. 
Não havia doenças, porque o Espírito do poder de Deus estava sobre o homem; não havia escassez de alimentos, porque a própria natureza, revestida da glória do Espírito Santo, produzia as sementes necessárias e fazia prover toda a alimentação; havia paz, porque o Espírito da Paz estava dentro deles. 
A criação estava sobre o efeito da palavra de Deus que abençoou a terra semeada com muita colheita. 
Deus é o nosso mantenedor de vida. Conservação de todas as coisas para a alimentação e trabalho do homem que recebe poder sobre a natureza. Deste-lhe o domínio sobre as obras da tua mão e sobre seus pés tudo lhe puseste: ovelhas e bois todos e também os animais do campo; as aves do céu, e os peixes do mar, e tudo o que percorre as sendas dos mares (Sl 8.6; Ef 1.22).

Faz crescer a erva para os animais, e a verdura para o serviço do homem que tira da terra o seu sustento (Sl 104.14). Deus dá o dom do trabalho ao homem e o dom da prosperidade. Sei que nada há melhor para o homem do que regozijar-se e levar vida regalada; e também que é dom de Deus que possa o homem comer, beber desfrutar o bem de todo o seu trabalho (Ec 3.12). Deus sustenta todas as coisas pela palavra do seu poder (Hb. 1.3). A palavra de Deus é criadora, essa palavra relaciona com Jesus Cristo, “todas as coisas subsistem por Ele [Jesus] (Cl. 1.17). 
Envias o teu Espírito, eles são criados e assim, renovas a face da terra (Sl 104.30). 
A palavra hebraica para Espírito é ruah que é traduzida por vento, sopro, fôlego. Ele é a fonte de toda a vida, é a causa por trás do efeito o fundamento de cada ser criado. 
Eu fiz a terra e criei nela o homem; as minhas mãos estenderam os céus, e a todos os seus exércitos dei as minhas ordens (Is 45.12). Está na sua mão a alma de tudo quanto vive, e o espírito de toda a carne humana (Jó 12.10). Enquanto em mim houver alento, e o sopro de Deus no meu nariz (Jó 27.3). O Espírito de Deus me fez; e a inspiração do todo poderoso me deu vida (Jó 33. 4). Pois ele mesmo é quem dá a todos a vida respiração e todas as coisas. Deus criou Adão pelo pó da terra e soprou as narinas (Gn 2.7) o vento é o sopro de Deus para o homem ser criado, o homem respira pelo sopro que é o ar do Senhor. 
O nome jardim do Éden significa lugar de delícia, deleite, paraíso. Paraíso nome que também é dado ao céu (Lc 23.43; 2 Co 12.4; Ap 2.7). O nome Éden é derivado “éden” significa planície, estepe. Deus fez o jardim do Éden dentro de uma área maior que o próprio jardim e fez brotar toda arvore da ciência do bem e do mal. 
Deus fez o rio para regar a terra. Deus fez o meio ambiente e pôs o homem para trabalhar sobre as suas diretrizes, no cuidado da criação (Gn 2.10-15). O trabalho não é apresentado como um castigo e, sim, como a atividade que permite ao ser humano cumprir a sua responsabilidade na manutenção e no desenvolvimento e também na sua auto-realização (Gn 1.28). Somente por causa do pecado foi que o trabalho adquiriu as características de esforço penoso (Gn 3.17, 19). 
Adão e Eva souberam que não era para desobedecer a sua palavra (Gn 3.16, 17). 
Toda pessoa nasce neste mundo com a natureza pecaminosa (Rm 5.12; Ec 7.20) e os pecados amaldiçoou a terra. 
A princípio Eva (mãe de todos os seres humanos) desobedeceu ao Senhor e deu ouvidos a satanás e Adão (homem) deu ouvidos a ela (Gn 3.12). 
O homem que absorve a voz de todos os seres humanos não obedece a voz de Deus, os pecados vieram antes da miséria. Embora Deus tenha criado leis naturais e imutáveis para governar e controlar o universo, ele continua sendo o centro de vida, cada um de nós depende de Deus para o nosso próximo alento (At 17.25). Através da sua palavra o Senhor criou o universo e revelou a sua mensagem aos profetas. 
A própria natureza reflete o julgamento divino quando à vontade de Deus é ignorada. 
O próprio meio ambiente imperfeito com os homens reflete a própria imperfeição dos homens com a natureza divina de Deus. 
A criação tornou se sujeita ao sofrimento e as catástrofes físicas por causa dos pecados. 
Os crentes em Jesus que são adotados como filhos do Senhor, nascidos do Espírito (Jo 1.12; Rm 8.15; Gl 4.6; 1 Jo 3.2). 
A predestinação grego é proorizo que significa decidir de antemão e se aplica aos propósitos de Deus inclusos na eleição. A eleição e a escolha feita por Deus, em Cristo de um povo para si mesmo justificado pela glória de Deus (Rm 8.1-30).  
Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa daquele que a sujeitou na esperança da libertação. As aflições deste tempo presente, não se compara com à glória revelada (Rm 8.18-20). 
Adão teve que trabalhar fora do jardim do Éden para ter o que comer, até sua morte onde viera da terra (Gn 3.18, 19, 24). 
Não é em toda a terra que o homem trabalha e planta e colhe por quê? Deus adverte o povo de que, se seus pecados profanar a terra, a própria terra vomita (lança fora) as pessoas (Lv 18.29). Diz assim: e a terra se contaminou, e eu visitei nela a sua iniquidade, e ela vomitou os seus moradores. Essa imagem de vívido impacto personifica a terra para deixar bem claro como Deus reage diante do comportamento incompatível do povo. 
A terra no AT simbolizava muito mais que mero terreno. Muitas vezes representava a bênção e a presença de Deus. 
A figura mostra a natureza nauseante dos pecados e a suas conseqüências ser expelido da terra. Eis que o Senhor esvaziou a terra, e desolou, e transtornou a sua superfície, e dispersou os seus moradores. E o que suceder ao povo, sucedeu ao sacerdote; ao servo, como ao seu Senhor; à serva, como à sua senhora; ao comprador como o vendedor; ao que empresta, como ao que toma emprestado; ao que dá usura, como ao que paga usura. De todo se esvaziará a terra, e de todo será saqueada, porque o Senhor pronunciou esta palavra. A terra pranteia e se murcha; e enfraquecem os mais altos do povo da terra. 
Na verdade a terra está contaminada por causa dos seus moradores; porquanto transgridem as leis, mudam os estatutos, e quebram a aliança eterna. Por isso a maldição consome a terra, e os que habitam nela seriam desolados; por isso seriam queimados (sol ardente) os moradores da terra, e poucos homens restaram. Pranteia o mosto, enfraquece a vide, e suspiraram todos os alegres de coração. 
Cessou o folguedo dos tamboris, acabou o ruído dos que pulam de prazer, e descansou a alegria da harpa. Com canções não beberam; a bebida forte será amarga para os que a beberem. Demolida está a cidade vazia, todas as casas fecharam, ninguém já pode entrar. Há lastimoso clamor nas ruas, por causa do vinho; toda a alegria se escureceu, desterrou-se o gozo da terra. Na cidade só ficou a desolação, e com estalidos se quebra a porta. 
Porque será no interior da terra, no meio destes povos, como a sacudira da oliveira, e como os rabiscos, quando está acabada a vindima.  
A alegria dos justos. Estes levantarão a sua voz, e cantarão com alegria; por causa da glória do Senhor clamarão desde o mar. Por isso glorificai ao Senhor nos vales, e nas ilhas do mar ao nome do Senhor Deus das nações. Dos confins da terra ouvimos cantar Gloria ao justo, mas eu digo: emagreço, emagreço ai de mim! Os pérfidos tratam perfidamente, sim, os pérfidos tratam perfidamente.  
A ruína dos transgressores. 
O temor da cova, e a cova, e o laço veio sobre ti, ó morador da terra. E será que aquele que fugir da voz do temor cairá na cova, e o que subir da cova do laço o prenderá, porque as janelas do alto se abriram, e os fundamentos da terra tremem. 
De todo será quebrantada a terra, de todo se romperá a terra, e de se moverá a terra. 
De todo vacilará a terra como ébrio, e será movida e removida como a choça de noite; e a sua transgressão se agravará sobre ela, e cairá, e, e nunca mais se levantará.
E será que naquele dia o Senhor visitará os exércitos do alto na altura, e os governadores da terra sobre a terra. E serão amontoados como presos numa masmorra, e serão encerrados num cárcere; e serão visitados depois de muitos dias. E a lua se envergonhará, e o sol se confundirá quando o Senhor dos Exércitos reinar no homem; e então perante os seus anciãos haverá glória (Is 24.1-23). 
Deus é grande em sabedoria. Ouçam bem, prestem atenção ao raciocínio! Será que o lavrador passa a vida toda arando a terra, sem plantar as sementes? 
Será que ele somente prepara o terreno e nunca planta? 
Quando termina de arar a terra ele não planta vários tipos de sementes, cada uma em seu lugar apropriado na terra? Ele sabe exatamente o que deve fazer, porque Deus foi seu professor. Ele não separa os grãos de palha da mesma maneira para todos os cereais. 
O endro não precisa ser esmagado com ferro; basta ser batido com um pedaço de pau. O cominho também não precisa ser esmagado; basta ser sacudido com uma vara. 
O trigo também é fácil de separar da palha, por isso não precisa ser moído a toda hora. 
Toda essa sabedoria do lavrador vem do Senhor do Universo. 
Ele é o professor maravilhoso! (Is 28.1-28). O profeta agora fala no estilo de um mestre de sabedoria. Isto se faz evidente em face da longa e solene conclamação para que se preste atenção ao que ele tem a dizer (Sl 49.1), e devido ao estilo de toda passagem. Ela é instrução quanto à maneira como Deus governa, revestida da forma de uma parábola que expressa a vida na fazenda. Assim se desenvolve a ideia: as atividades e métodos do fazendeiro são muito diversos. Ele não está todo o tempo ocupado em arar e gradear; ele também semeia e cuida da planta. 
E isto também ele faz de várias maneiras, depende do tipo de cereal a ser plantado tudo de acordo com a inteligência e percepção que Deus lhe deu com respeito a cada um deles. Semelhantemente, mais tarde, quando os campos estão maduros, a colheita de cada espécie de cereal é diferente. O método de debulha, via de regra, era feito com varas com as quais se malhava o grão, em lugar guarnecido por debaixo com pedras agudas, ou caçambas com roletes, puxadas por cavalos, jumentos ou bois, que passavam sobre o grão que era amontoado no centro de eira. Mas essa não é a forma de tratar o endro ou o cominho, pois eles não deveriam ser esmagados; suas sementes precisam ser malhadas para saírem das vagens. E mesmo com o cereal, que é debulhado da maneira usual, com vara de malhar e caçamba, é preciso agir inteligentemente. 
O fazendeiro tem cuidado de não debulhar demasiado, para não esmagar o grão; ele sabe precisamente quando parar. Toda esta sabedoria aplicada em relação ao plantio e à debulha vem do Senhor Todo - Poderoso. 
O homem não é a fonte, mas Deus, sendo “maravilhoso em conselho e grande em sabedoria”, dá sabedoria ao povo. 
O profeta diz, portanto, que a sabedoria de Deus é revelada nos labores diários de um fazendeiro; e ele de propósito chama a atenção para esta sabedoria, por uma razão mais ampla. O Deus que dá sabedoria e percepção ao fazendeiro também age sabiamente para com o seu povo. Para ele também há um tempo de arar; é o tempo do juízo, pelo qual o campo da existência nacional é retalhado. Porém, não mais do que fazendeiro na época de aradura, Ele não continua simplesmente arando em juízo. Se Ele o fizesse, não restaria nada do seu povo. Da mesma forma com a aradura é seguida pela semeadura, na regra de Deus virão tempos em que ele semeará as sementes de um futuro melhor nos campos arados da vida da nação. 
Um interesse semelhante anima a imagem da debulha. Da mesma forma como cuidado de não esmagar o trigo, Deus também conduz os Seus juízos e castigos com sabedoria, e constantemente tem cuidado para o remanescente que desejar salvar. 
Assim esta parábola, que é ao mesmo tempo rica em conteúdo e profunda em suas implicações, tem uma mensagem dupla. Os piedosos aqui recebem a certeza confortadora de que Deus não se esquece deles. Eles têm direito de esperar pela Sua salvação, mesmo quando as trevas os cercam (Is 8.17). 
O temor do Senhor é o princípio do saber, mas os loucos desprezam a sabedoria e o ensino (Pv 1.7).  
Os pecados separam o homem de ter frutos na terra e separa o homem de Deus (Is 59.2).
Provérbio: No livro aprende se a fugir do mal sem experimentar. Feliz o homem constante no temor de Deus; mas o que endurece o coração cairá no mal (Pv 28.14). Temor: “O temor do Senhor” é um tema central do AT. Significa reconhecer a Deus como supremo Criador e justo Juiz (Sl 19.9; 33.8; 34.9; 128.1) e reverenciá-lo como tal (Lc 12.5; Fp 2.12-13; 1 Pe 1.17; 2.17 ). Ele abençoa os que o temem o Senhor, tanto pequenos como grandes (Sl 115.13). Esse tipo de temor é respeitar, não o deixar falando, é ouvir e obedecer. E agora ouve, Jacó, meu servo, Israel, a quem escolhi. Assim diz Iahweh, aquele que te fez que te modelou desde o ventre materno e te sustenta. Não temas Jacó, meu servo meu, a quem escolhi porque derramarei água sobre o solo sedento e correntes sobre toda a terra seca. 
Derramarei o meu espírito sobre a tua raça e a minha bênção sobre os teus descendentes. Eles brotarão por entre a erva como os salgueiros junto a correntes de água. Este dirá: eu pertenço a Iahweh, aquele se chamará pelo nome de Jacó, enquanto aquele outro escreverá na sua mão: “de Iahweh” e receberá o nome de Israel (Is 44.1.5). Iahweh derrama o teu espírito se a humanidade receber Jesus (Jo 14.16-17; 15.26; 16.7) o segundo Adão. 
O homem veio carnalmente de Adão e vindo espiritualmente pelo segundo Adão - Jesus Cristo terá todas as bênçãos prometidas por Ele. 
Paulo estabelece um contraste entre Cristo e Adão (Rm 5. 12-15; 1 Co 15. 22, 45).  Adão e Eva teve um filho Abel que era pastor de ovelhas, e Caim foi lavrador da terra (Gn 4.12). Caim ofereceu o fruto da terra ao Senhor, e Abel ofereceu os primogênitos das suas ovelhas e da gordura, atentou o Senhor para Abel e para sua oferta. Pela fé Abel ofereceu o seu sacrifício testemunhando ser justo e integro de Deus (1 Jo 3.12; Hb 11.4). A oferta de Caim foi rejeitada porque era mau de testemunho e injusto (Gn 4.6, 7; 1 Jo 3.12) e não reconciliou com Deus para adorá-lo. 
A oferta é uma nas atividades humanas era uma dádiva feita para homenagem ou para aliança e, como termo ritual, podia descrever ofertas de animais e, mais freqüentemente, de cereais (1 Sm 2.17; Lv 2.1). É um argumento precário afirmar que a sua ausência de sangue desqualificou a oferta de Caim (Dt 26.1-11); tudo que é explicito aqui é que Abel ofereceu a fina flor do seu rebanho e que o espírito de Caim era arrogante (Gn 4.3-5; Pv 21.27). 
O NT infere as implicações adicionais e importantes de que a vida de Caim, diversamente da de Abel, desmentia sua oferenda (1 Jo 3.12) e para a aceitação de Abel, sua fé foi decisiva (Hb 11.4). Caim derramou o sangue de Abel, ato violento que trouxe maldição a terra e Caim errante saiu da terra que não era abençoada nem pelo seu próprio esforço não vieram alimentos. 
No NT Jesus derramou o sangue na cruz para o perdão (Hb 12.24). Caim era castigado por Deus que nem podia suportá-lo. Caim era vagabundo impenitente não queria depender do Senhor para trabalhar. No NT o homem apresenta ao Senhor o seu sacrifício vivo e santo agradável, ou seja, o seu corpo santo é a oferta para agradar ao Senhor (Rm 12.1). 
Sacrifício simboliza a dedicação total de sua vida a Deus. Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus (Sl 51.17). 
Caim matou/pecou o seu irmão pastor Abel (Êx 20. 13; Dt 5. 17). Se o pecado não seguir o arrependimento de não pecar novamente, o castigo será conseqüência . Havendo arrependimento, no entanto o peso da ira de Deus fica refreado. As conseqüências naturais do pecado seguem ainda. 
Arrependimento: deixar o pecado e voltar-se para Deus a fim de confiar no senhor amá-lo e obedecer lhe, João Batista (Mt 3.8; Lc 3.3-8-11, 5.32; Mt 4.17; Mc 1.15) e os primeiros pregadores da igreja (At 2.38; 3.19; 17.30; 26.20) puseram ênfase na necessidade do arrependimento. 
A palavra arrependimento no VT shuv virar para trás; voltar e nichan arrepender- se. No NT significa uma mudança de opinião parecer pessoal ou propósito alvo intenção. 
Adão e Eva pais de Caim irado, violento, quer dizer, o filho do homem e de todos os seres humanos tem filho que nem Caim, significa o nome hebraico adquirir, adquiriu castigo, maldição é pecado ficar irado com o seu irmão, ira é pecado e a mansidão, o domínio próprio é o fruto do Espírito Santo (Gl 5.20-23). Deus recebe o sacrifício com domínio próprio, mansidão, amor, isto é, agradável ao Senhor. A terra está cheia de violência (Sl 55.9; 73.6; 74.20; 119.134; At 5.26; 21.35; 27.41). 
A terra contaminada sem produção pelos pecados dos homens que deita com mulher do próximo (Lv 18.20). 
E da tua descendência não darás nenhum para se dedicar aos ídolos que profana o nome de teu Deus. Eu sou o Senhor. 
Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação. Nem te deitarás com animal, para te contaminares com ele, nem a mulher se porá perante um animal, para ajuntar-se com ele; é confusão. Com nenhuma destas coisas vos contaminareis, porque com todas estas coisas se contaminaram as nações que eu lanço de diante de vós. 
E a terra se contaminou; e eu visitei nela a sua iniquidade, e ela vomitou os seus moradores. Porém vós guardareis os meus estatutos e os meus juízos, e nenhuma destas abominações fareis, nem o natural, nem o estrangeiro que peregrina entre vós; porque todas estas abominações fizeram os homens desta terra que nela estavam antes de vós; e a terra se contaminou. 
Não suceda que a terra vos vomite, havendo-a vós contaminado, como vomitou o povo que nela estava antes de vós.  Todo que fizer alguma destas abominações, sim, aqueles que as cometerem serão eliminados do seu povo. Portanto, guardareis a obrigação que tendes para comigo, não praticando nenhum dos costumes abomináveis que se praticam antes de vós, e não vos contaminareis com eles. Eu sou o Senhor vosso Deus (Lv 18.20-30). 
Obedecendo à palavra de Deus, Abraão mudou as tendas e foi habitar nos carvalhais de Manre, junto a Hebrom e ali levantou um altar ao Senhor (Gn 13.18). A palavra Manre significa riqueza e a palavra Hebrom, comunhão. Os carvalhais de Manre, junto a Hebrom representa o jardim do Éden ou jardim de Deus, pois é lugar da riqueza e da comunhão com Deus. Tão importante era este lugar que Abraão construiu um altar ao Senhor ali ofereceu sacrifícios. Além disso, preparou ali a sua sepultura e a de Sara esposa. 
Deus fez o homem e a mulher e é pecado ter mais de uma mulher... Mas por causa da impureza, cada um tenha sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido (1 Co 7.2). No antigo Israel era permitida a poligamia é união conjugal de um individuo com vários outros (Dt 21.15-17); mas de fato, somente os reis e príncipes podiam dar- se ao luxo de ter um harém numeroso (Jz 8.29-31; 1 Rs 11.3) porque os recursos econômicos de que dispunha o homem comum lhe permitiam ter apenas uma ou, no máximo, duas mulheres (Gn 16.1-3; 29.28) era normal ter varias mulheres (1 Sm 1.2; 2 Sm 5.13; 1 Rs 11.1-3). 
Não obstante quando os profetas falaram sobre o relacionamento de amor de Deus com o seu povo, eles apresentavam a figura de um matrimônio monogâmico uma pessoa homem ou mulher não pode ter mais de um cônjuge.(Is 50.1; 54.5; 62.5; Jr 2.2; 37; Ez 16.8; Os 2.18-23), como foi também a união do homem da mulher no plano inicial de Deus (Gn 2.24; Mc 10.5-9). 
O NT, por sua vez, fala sempre sobre o matrimônio em termos de monogamia (1 Co 7.2). A unidade do casal humano encontra a sua máxima expressão na união em Cristo com sua Igreja (Ef 5.21-33).
Abraão ouviu e obedeceu a palavra de Deus, o evangelho (Gn 12.1; Gl 3.8, 14, 16). 
A lei em si mesma constitui uma maldição para aqueles que não cumprem (Gl 3.10-13). Cristo nos resgatou da maldição da lei fazendo se maldição por nós. Qual foi está maldição? Isto é, registrado (Dt 28.1-14) onde consta que as seguintes enfermidades vieram ao povo por causa de desobediência à lei de Deus: a pestilência, a tísica (a tuberculose), a febre, “calor ardente”, as úlceras, os tumores, a sarna, a coceira. 
Tem outras enfermidades que não estão mencionadas. Todas as moléstias, todas as enfermidades e toda praga, que não está escrita no livro desta lei: Portanto tu estás incluído. 
Paulo diz que Cristo nos resgatou da maldição da lei, porque foi feito maldição por nós?. Quando a lei de Deus é quebrada, impõe uma maldição - juízo de Deus. Quando Cristo morreu na cruz -madeiro, isso não somente é sinal de alguém que estava amaldiçoado (Dt 21.23), porém, mais do que isto, foi o sinal de que Cristo recebeu a punição de Deus pelos nossos pecados. 
A maldição da lei inclui todas as moléstias, todas as enfermidades e todas as pragas conhecidas através da história do mundo (Dt 28.60-61). 
Para que Cristo pudesse resgatar-nos dessa maldição maléfica da lei, ele foi feito maldição por nós. Foi por esta razão que tinha de tomar nossas enfermidades e levar nossas doenças (Mt 8.17). Se Cristo levou nossas enfermidades e dores, então não precisamos e as levar. 
O evangelho justifica pela fé que as nações serão benditas. O evangelho revelação de Jesus Cristo (Gl 1.12). Evangelho boas novas, boas notícias do cumprimento da promessa que Deus havia feito por meio dos profetas. Essa boa notícia tem a ver com Jesus, o Messias (Mt 11. 25; Mc 1.14-15; Lc 4. 16-21). Salvador e Senhor (Rm 1.2, 16-17). 
Os quatro “evangelhos” recebem esse nome porque contêm a mensagem das boas novas de salvação por Jesus Cristo. A palavra evangelho aparece 75 vezes no NT. 
Deus fez um pacto da aliança com Abraão (pai das multidões) e a faminta nação egípcia politeísta (religião em que há vários deuses) para libertá-los dos pecados maldito e da miséria para ser a nação abençoada monoteísta (crença em um só Deus) de terra frutífera e as outras nações seriam benditas. (Gn 12.2,3; 17.2; 18.18, 22.18; 26.4). 
Na Palestina, as colheitas dependem das chuvas (Dt 11. 10, 12). 
O AT refere-se freqüentemente a fome que havia naquela região de secas prolongadas. (Gn 26.1); 43,47. 4; Rt 1.1; 1 Rs 4.38). 
No Egito as colheitas eram regulares e certas, porque as chuvas no rio Nilo inundaram periodicamente as terras de cultivo. Documentos egípcios antigos atestam que quando havia fome em Canaã, muitos estrangeiros iam ao Egito para comprar trigo, às vezes para ali habitarem com os refugiados (Gn 47.3-4). 
Na nova aliança Jesus tornou se o mediador entre Deus e o homem. Ele é o Mediador dos beneficiários do novo acordo (Mt 26.28; Hb 9.5). A carta aos Hebreus passa em revista as duas alianças comparam-as e proclama que a nova é melhor do que a antiga, porque o mediador faz melhores promessas. Deus faz a obra. 
O homem é o beneficiário. Aliança é o casamento em regime de comunhão de bens. 
A esposa do Cordeiro quando vier buscar a Igreja levará ao céu (Ap 16.1; 19.7; 21.9). 
Sara era estéril com 90 anos e Abraão com 100 anos e esperavam se cumprir a promessa do Senhor de ter uma criança nomeado de Isaque que significa (riso, alegria, gozo na alma). O filho biológico de Abraão era herdeiro das promessas de Deus, e Deus fez aliança com Isaque. Herança do Senhor são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão (Sl 127.3). 
Os crentes, filhos de Abraão também são herdeiros. Sabeis, pois, que os da fé são filhos de Abraão. De modo que os da fé são abençoados com o crente Abraão (Gl 3.7-9). 
Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor, e o povo que ele escolheu para sua herança (Sl 32.12). 
Deus promete fazer a mulher estéril dar a luz e a terra estéril ser fértil e salvar a descendência com o gozo na alma. 
Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e a tua família (At 16.31); e terá herança. Herança: bens que passam de um possuidor a outro por sucessão. Na história de Israel, Canaã era a herança do Senhor para o seu povo (Êx 15.17). Para atribuir uma porção daquela terra a cada tribo, ela foi dividida (Js 18. 2-10). A lei de Moisés assume que a terra pertence à família; o filho mais velho recebe porção dobrada, e os outros irmãos, o restante, com partes iguais (Nm 27.8-11). 
No NT, se dá uma conotação espiritual ao conceito da herança; assim, Deus, por meio de Cristo (o verdadeiro herdeiro), beneficia os crentes com salvação (Rm 4.13-15; Gl 5.21; Hb1.2) e com uma herança incorruptível reservada no céu (1 Pe 1.4). Tudo isso está garantido pela possessão do Espírito Santo (Ef 1.13-14). Ao morrer Abraão (Gn 25.7-11; 23.2, 17-20), Isaque aparece em Gerar e Berseba (Gn 26.6, 23). Isaque se torna o depositário da promessa feita a Abraão (Gn 26.3-5; 12.1-3; 13. 14-15; 15.18-21; 22.16-18). Ao morrer Abraão (Gn 25.7- 11; 23.2,17-20), Moisés levaria o povo a terra prometida. O povo do Egito em Êxodo (saída) saiu da prova para ter a terra prometida. O povo estava na mão do Senhor (Êx 16.3). 
Não morrem de fome as nações que estão na mão do Senhor. 
Deus alimentou o povo de maná e codornizes. Maná: Provisão miraculosa de Deus. Alimento suprido por Deus de forma milagrosa durante os 40 anos de peregrinação dos israelitas pelo deserto (o maná cessou na ocasião da primeira Páscoa que realizaram em Canaã). 
Os israelitas diziam a sua aparência era como semente de coentro e seu sabor como bolos de mel (Êx 16.31). 
Em forma poética o maná é chamado de “pão do céu” (Sl 105.40). Deus deu o maná aos israelitas para alimentá-los no deserto e também para torná-los humildes mediante a prova (Dt 8.16). 
Deus tem o poder na natureza de alimentar o povo com o maná. 
No NT significa Jesus Cristo é o pão da vida (Jo 6.31-35). 
As codornizes são aves que emigram no outono da Europa para a África e retornam na primavera, passando pela Palestina e pela península do Sinai. O seu voo é baixo e pesado; se o vento for contrário , podem cair no chão esgotadas e ser facilmente capturados com a mão (Nm 11.31-34; Sl 78.26-31; 105.40). Oraram, e ele fez vir codornizes, e saciou-os com pão do céu (Sl 105.40). 
Todos eles beberam de um só manjar espiritual e beberam da mesma fonte espiritual (1 Co 10.3); porque bebiam de uma pedra espiritual que os seguia e a pedra era Cristo. Jesus Cristo sustenta o seu povo e os animais com comida e água (Êx 17.1-7; Nm 20.8-11; Sl 105.40). 
Jesus sustenta aos que o temem; lembrar se à sempre da aliança (Sl 111.5). 
Os filhos dos leões necessitam e sofrem fome, mas aquele que buscam ao Senhor de nada tem falta (Sl 34.10). O Senhor é o meu pastor; nada me faltará (Sl 23.1). 
Os leõezinhos bramam pela presa, e de Deus buscam o seu sustento (Sl 104.21). Nós temos condições de saciar a fome buscando o Deus misericordioso... que da alimento a toda carne, porque a sua benignidade dura para sempre (Sl 136.25). 
Deu mantimento aos que o temem; lembrar-se à sempre do seu concerto (Sl 11.5). 
Deus promete ajuda nas preocupações. Jesus disse: não se preocupem com a comida e com a bebida que precisam para viver nem com roupa que precisam para vestir. Afinal, será que a vida não é mais importante do que a comida? E será que o corpo não é mais importante do que as roupas? Vejam os passarinhos que voam por aí: eles não semeiam, não colhem, nem ajuntam em depósitos. No entanto, o Pai que está no céu dá de comer a eles. Será que vocês não valem muito mais do que os passarinhos? Nenhum de vocês pode viver alguns anos mais, por se preocupar com isso. 
E porque vocês estão preocupados com as roupas? Crescem as flores do campo: elas não trabalham nem fazem roupas para si mesmas. Mas eu afirmo que nem mesmo Salomão, sendo tão rico, usava roupas tão bonitas como essas flores. É Deus quem veste a erva do campo, que hoje floresce e amaná desaparece, queimada no forno. Então, é claro que Deus vestirá também vocês, que têm uma fé tão pequena! Portanto, não fiquem preocupados, dizendo: “onde é que vou arranjar comida, bebida e roupas?” Os pagãos estão sempre procurando essas coisas. O pai de vocês, que está no céu, sabe que vocês precisam de tudo isso. Portanto, ponham em primeiro lugar nas suas vidas o Reino de Deus e aquilo que Deus quer, e ele lhes dará todas as outras coisas. Por isso, não fiquem preocupados com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã trará as suas próprias preocupações. Para cada dia bastam as suas próprias dificuldades. Jesus é o pão da vida (João 6.35, 48-51). 
Jesus afirma ser o pão da vida. Está afirmação Jesus faz logo após a multiplicação dos pães. A palavra “pão” vem dos termos hebraico mxl-leche e grego- artov artos, que significam um composto de farinha, água e fermento, assado no forno “alimento, comida, pão. Ao utilizar a expressão. Eu sou pão da vida, Jesus queria que seus discípulos vissem nele a única fonte de alimento para a alma. Assim como o pão era principal material dos judeus, Jesus é o único alimento espiritual para o homem. 
O pão é um dos principais alimentos do ser humano. Referindo-se ao fato dele ser a fonte da vida e o mantenedor da vida. 
Jesus diz que ele é o pão da vida. Era para o povo crer além daquilo que é a satisfação de um estômago. Jesus é o “pão da vida” que saciou a fome da multidão com a multiplicação de cinco pães e dois peixes (Mt 14.19; Jo 6.12, 48, 51). Jesus supre vossas necessidades de mantimentos. O meu Deus segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em gloria, por Cristo Jesus (Fp 4.19). Jesus é o “pão da vida” que sacia os corpos de alimentos para ter vida terrena. Jesus é o “pão da vida” que sacia as almas da palavra de Deus para a vida eterna. Eu sou o “pão da vida”: aquele que vem a mim não terá fome; e quem crê em mim nunca terá sede. Jesus leva-o a Deus para ter o Espírito Santo - “água da vida”. 
Calebe deu a jovem terra e fontes superiores e inferiores (Jz 1.15). No Novo Testamento Jesus dá água da vida (fonte superior) e água líquida (fonte inferior). Todos buscavam a Jesus pelo pão que comeram e se fartaram e não pelos sinais que o apontavam como o Messias, o Filho de Deus, o Salvador. 
Vem a Jesus pelas suas dificuldades, para socorro de suas necessidades, para alívio de suas mazelas, e vem ter o “pão da vida e a fonte da água da vida”. Eu sou o “pão da vida” (Jo 6.25-59).  
As primícias da terra vós recolherás e adorarás (Êx 23.16; 34.22, 26; Lv 23.9), tomarás as primícias de todos os frutos do solo que recolheres da terra que te dá o Senhor, teu Deus, e as porás num cesto, e irás ao lugar que o Senhor, teu Deus, escolher para ali fazer habitar o seu nome (Dt 26.2). 
O primeiro que amadurecesse. O povo deveria oferecer as primícias de sua colheita ao Senhor em Testemunho da fidelidade de Deus da gratidão do próprio povo e da certeza de que as próximas colheitas seriam boas. 
A antiga lei das primícias destinava a Deus uma porção da colheita que amadurecesse primeiro. Esta oferta era um reconhecimento grato de que o que a terra produz vem de Deus, e era um sinal de generosidade que acompanhava a época da colheita. 
Israel era a porção de Deus da colheita das nações, porém por negligenciar as responsabilidades da aliança, seu testemunho à sociedade da época tinha sido virtualmente anulado, impedindo que Deus completasse a colheita. Por ser a porção que pertencia ao Senhor, como o eram as primícias, (Êx 23.19; Nm 18.12 etc). 
Israel era protegido por Deus, e quem lhe fizesse mal seria punido. Tiago 1.18, usa o termo “primícias” para a igreja cristã, novo Israel de Deus (Fp 3.3), passou a ser herdeira da honra que pertencia ao antigo Israel. Por que Deus escolheu um lugar para o seu nome habitar? Deus escolheu um centro para unificar a nação congregando todo o povo para adorar num só lugar. Esse local de adoração também serve de testemunho às nações vizinhas de que a presença de Deus está na nação, ou seja, de quem quiser a sua presença. 
Ações de graças pelas bênçãos das searas. Bem aventurados aqueles a quem escolhem e aproximam de ti, para que assista nos seus átrios; ficarem satisfeitos com a bondade de tua casa o teu santo templo. 
Tu visitas a terra e a regas; tu a enriqueces copiosamente; os ribeiros de Deus são abundantes de água; preparas o cereal, porque para isso a dispões, regando lhe os sulcos, aplanando-lhe as leivas. Tu a amoleces com chuviscos e lhe abençoa a produção. 
Coroas o ano da tua bondade; as tuas pegadas destilam fartura, destilam sobre as pastagens do deserto, e de júbilo se revestem os outeiros . 
Os campos cobrem se de rebanhos, e os vales vestem-se de espigas; exultam de alegria e cantam (Sl 65.1-13). 
Louvem te os povos, ó Deus, louvem te os povos todos. 
A terra dá o seu fruto e Deus, nosso Deus, nos abençoa. Abençoa nos Deus, e todos os confins da terra o temerão (Sl 67.5-7). 
A terra dá os frutos e o governador arrecada alimentos e faça proveito de alimentar o povo pobre faminto. José (que acrescenta filhos) interpretou o sonho de Faraó que teve à visão de vacas magras e sete anos de fome e vacas gordas e sete anos de abundância José homem ajuizado e sábio, autoridade feita por Faraó que presenteou com o anel de sinete, significa autoridade e o colar no pescoço e Faraó chamou José de Zafenate-Panéia significa, Deus fala e vive. 
A cidade egípcia famosa pelo seu templo a Ra, o deus sol. Mais tarde, os gregos a chamavam Heliópolis, isto é, Cidade do Sol. 
José teve os filhos de Manasses, pois disse: Deus me fez esquecer de todos os meus trabalhos e de toda a casa de meu pai. O segundo filho chamou-lhe Efraim, pois disse: Deus me fez próspero na terra da minha aflição (Gn 41.40-52). 
José arrecadou alimentos e soube administrar o país e vendeu os alimentos porque a fome prevaleceu no Egito (Gn 41.56-57). 
Fez vir fome sobre a terra e cortou os meios de se obter pão. Adiante dos irmãos enviou um homem José, vendido como escravo; cujos pés apertaram com grilhões e a quem puseram em ferros, até cumprir-se a profecia a respeito dele, e tê-lo provado a palavra do Senhor. 
O rei mandou soltá-lo; o potentado dos povos o pôs em liberdade. Constituiu-o senhor de sua casa e mordomo de tudo o que possuía, para, instruir os seus oficiais como desejasse, ensinar a sabedoria às autoridades do rei (Sl 105.16-22). 
José teve a visão: experiência sobrenatural em que, seja por meio do sonho, Deus faz conhecer a sua vontade a determinadas pessoas ou lhes comunica uma mensagem que devem transmitir (Gn 15.1; Ez 1.1; Dn 2.19; Ob 1.1; Mt 1.20; Lc 1.22; At 9.10; 16.10). 
Os sonhos na Bíblia são registrados sonhos comuns (Gn 40.9-17; 41.1-7), relacionados com aspectos e acontecimentos da vida diária. Também sonhos que comunicam mensagens especiais de Deus (1 Rs 3.5-15; Mt 1.20-24; At 16.9). 
Para os profetas, o Senhor faz conhecer os significados dos sonhos (Nm 12.6-8; Dt 13.15; Jr 23.25-32). 
O evangelho de Mateus registra cinco sonhos relacionados ao nascimento e à infância de Jesus (1.20; 2.12-13, 19.22). 
O profeta Moisés disse das bênçãos sobre a obediência e maldição sobre a desobediência (Lv 26.16; Dt 28. 1, 15). A morte e a vida a mostra perante o povo (Dt 28.1-68; 30.1-20). Os obedientes vivem por receberem as bênçãos de Deus e os desobedientes não vivem sem receberem as bênçãos de Deus. 
O Senhor nos dá as bênçãos e a vida. Segundo o AT, a lei foi dada ao povo para que vivesse de acordo com a vontade do Senhor e fosse abençoada. Mas, se o povo não submetesse à vontade divina expressa na lei, a desobediência lhe atrairia a maldição e não a bênção. Este capítulo enumera uma série de bênção e maldição prometida respectivamente, à obediência e a infidelidade. 
As bênçãos eram alimentos abundantes, saúde, vida longa, fecundidade e uma descendência numerosa. 
A maldição, ao contrario, incluía morte, enfermidade, esterilidade, e outras desgraças como seca, a fome, a guerra, e a dispersão por causa do pecado da idolatria pelas imagens de esculturas e Deus abomina idolatria (Êx 20.3-5; Lv 19.4-30; Dt 5.8; 11.13-15; 16.21-22; 27.11; 28.26). 
A palavra de Deus é forte, dá saúde aos doentes. Crer na sua palavra é a mesma coisa que crer em Deus. 
A terra abençoada é autenticada pela palavra de Deus nas pessoas que nega pecar praticamente. 
Bem-aventurado aquele cuja transgressão, é perdoada e cujo pecado é coberto (Sl 32.1). O que encobre as transgressões, nunca prosperarás, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia (Pv 28.13). 
Quando o povo de Israel servia a Deus, a nação experimentava condições morais e econômicas melhores do que quando não o servia. Os que levam uma vida disciplinada de moderação desfrutam os benefícios de uma saúde melhor e de melhores condições financeiras.  
O AT diz que o fiel desfrutará de boa vida na terra. No NT diz que usufruíra dela algum dia no céu
Centro do NT é Cristo, o único ser humano perfeito, cuja vida culminou no sofrimento e na miséria da cruz é Cristo. 
Apóstolo Paulo apresenta (Rm 8.35-39) uma lista de tudo o que não pode separar o crente de Cristo (fome, nudez) e sim apegar e buscar ajuda de Cristo. 
No VT Moisés era juiz, legislador do povo e no NT, Deus é o juiz de todos e Jesus Cristo é o mediador da nova aliança, e ao sangue de aspersão que fala coisas superiores do que fala o próprio Abel (Hb 12.24). Caim matou derramou o sangue de Abel por vingança. O sangue de Abel clamava por vingança (Gn 4.10); o de Jesus, que fala coisas superiores, oferece perdão o sangue representa vida. Jesus Cristo é juiz e advogado do povo (Tg 4.11; 5.9). 
Deus usava os profetas que solucionavam problemas de cada pessoa, crê em Deus e nos seus profetas que tu prosperareis (2 Cr 20.20). Deus revelou sua vontade em caso específico por meio de Moisés. Deus é a fonte da correta interpretação do certo e o errado (Dt 18.15-18). Profetas - transmitiam revelações especiais para o povo de Deus. Sua função incluía a exortação o encorajamento, advertências é interpretações (1 Co 14.3). Mas o que profetiza fala aos homens para edificação, exortação e consolação. 
Os profetas conduziam as pessoas a deixarem os pecados que trazem conseqüências negativas. 
Deus havia punido, e é exemplo de punição nesta história real de continentes onde atua países economicamente pobres e apresentam más condições físicas, clima, solo e hidrografia o que impede o desenvolvimento de uma agricultura diversificada e intensiva com rendimento por hectare. Os teus céus sobre a tua cabeça são de bronze, e a terra debaixo de ti é de ferro (Dt 28.23). O sentido que diz assim o céu é de bronze e a terra de ferro. Significa grande seca. O sol brilha incessantemente, fazendo o céu sem nuvens parecer de bronze. O sol queima a terra e a deixa seca e impenetrável como o ferro. Nada cresceria sob esse requisito, e os rebanhos mortos de fome. Em certa área da atmosfera a existência de ar quente, temos uma zona baixa de pressão. 
O clima determina luz solar, e corresponde ao comportamento da atmosfera. 
As moléculas de ar, aquecidas em contato com à superfície, dilata-se tornam-se mais leves e ascendem, produzindo uma queda de pressão. 
Os estados climáticos alterados que envolvem aquecimento na terra. Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda impiedade e injustiça dos homens que detêm a verdade em justiça. A ira (grego orge) de Deus é uma expressão da sua justiça e do seu amor. É a indignação pessoal de Deus e a sua reação imutável diante de todos os pecados. 
Deus ama o homem e a mulher, mas abomina os pecados. Porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhe manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos e mudaram a glória de Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis. 
Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si; pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém! 
Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do erro. 
E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes, cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade; sendo difamadores, caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais, insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia. Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem (Rm 1.18-32).  
Os céus e a terra, Deus toma por testemunha contra ti, proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolha, pois a vida para que vivas tu e a tua semente (Dt 30.19; 4.26). 
No antigo Oriente, ao se celebrar uma aliança entre um soberano e os seus vassalos ou entre pessoas de uma mesma categoria, se costumava pôr como testemunhas ou deuses das partes constantes. Na aliança do Senhor com seu povo, as testemunhas são os céus e a terra, isto é, o universo inteiro criado por Deus (Gn 1.1). O Senhor é quem fala pelos céus e a terra como testemunhas (Is 1.2; Os 2.21-22; Mq 6.2). Os céus são os céus do Senhor, mas a terra, deu-a ele aos filhos dos homens (Sl 115.16). 
Deus como Juiz, chama céus e terra como testemunhas da sua denúncia contra os seus filhos, o povo. Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos (Sl 19.1). Os céus anunciam a sua justiça , porque é o próprio Deus quem julga (Sl 50.6). 
Quando os céus se cerrarem, e não houver chuva, por ter o povo pecado contra ti, e orar neste lugar, e confessar o teu nome, e se converter dos seus pecados, havendo-o tu afligido, ouve tu nos céus, perdoa o pecado de teus servos e do teu povo ensinando lhes o bom caminho em que andem, e dá chuva na tua terra, que deste em herança ao teu povo (1 Rs 8.35-36). 
Quando houver fome na terra ou peste, quando houver crestamento ou ferrugem, gafanhotos e larvas, quando o seu inimigo o cercar em qualquer das suas cidades ou houver alguma praga ou doença. Toda oração e suplica que qualquer homem ou povo que fizer a Deus ouvirá (Romanos 1.1-38) e ouvirá a intercessão do governador que edifica uma congregação para todo o povo buscar ao Senhor. Salomão orou a Deus pelo povo e construiu um templo que se chama no NT casa de oração (Mt 21.13) para todo o povo buscar ao Senhor e ter misericórdia e mandar chuva comida tirar as pragas dos insetos e curar enfermidades e proteger dos inimigos. 
Oração: ação pela qual o ser humano se põe em comunhão com Deus. A oração inclui falar com Deus, prestar-lhe adoração e apresentar-lhe petições, assim como confessar-lhe os pecados e interceder pelos outros. No AT, se exorta a pedir em nome do Senhor (Gn 15.2; 18.27), a interceder por Israel (Êx 32.11-13; 33.12-16; Dt 9.18-21), a buscar a presença do Senhor (Sl 63.1; 100.2) e a confessar as faltas e pecados pessoais e nacionais (Ed 9.6-15). No NT, mostra que Jesus foi um homem de oração (Lc 5.16; 6.12; 9.28; Jo 12.20-28; 17.1-15) e que a oração deve ser a norma dos seus discípulos (Mt 6.9). As epístolas de Paulo contêm orações (Rm 1.8-10; Ef 1.15-19) e exortações a orar no Espírito (1 Co 14.14-16; Ef 6.18). A oração é essencial na vida do crente (1 Ts 5.17). 
O governador ou governadora que buscar ao Senhor prosperarás que nem o governador Uzias (2 Cr 20.5). 
A autoridade é estabelecida por Deus para ser ministro do Senhor não ministro de ídolo (Rm 13.4). Deus instituiu o governo acompanhado da pena capital, como propósito de restringir a violência, os pecados, até que Cristo retorne para reinar e governar pessoalmente sobre o milênio (Gn 9.5-7). 
Assim sendo, o ato violento da pena da capital foi determinada por Deus para ser mediado pelo governo civil como um tipo de pecado, desobediência a lei de Deus e lei dos homens. 
Deus implementou a pena capital para o assassinato mesmo sabendo, em sua Onisciência, que o Seu único Filho, o Senhor Jesus, seria assassinado no maior judiciário da história. 
A crucificação de Cristo foi claramente um ato de violência ruim. Por intermédio, reinam reis - governadores, e os príncipes decretam justiça. Por meu intermédio, governam os príncipes, os nobres e todos os juízes da terra (Pv 8.15-16). Pede a Deus governador sabedoria e administrar a justiça (1 Rs 3.28; Pv 29.14). Falais verdadeiramente justiça, ó juízes? Julgais com retidão os filhos dos homens (Sl 58.1). 
Por causa da transgressão da terra mudam-se freqüentemente os governadores, mas por um, sábio e prudente, se faz estável a sua ordem (Pv 28.2). 
Literalmente por causa dos crimes no país. Elias o Tisbita era da cidade de Tisbe, localidade que se encontrava na região de Gileade, situada a leste do Jordão (Dt 2.36), nota no AT, essa localidade é mencionada somente na história de Elias (1 Rs 21.17; 2 Rs 1.3, 8; 9.36). 
Elias significa: (Deus é Deus ou Deus é o meu Deus) dos moradores da terra, disse ao governador: tão certo como vive o Senhor, Deus da nação, perante cuja face estou, nem orvalho, nem chuva, houve nesses anos, segundo minha palavra. 
Elias foi um servo do Senhor e o Senhor usava os corvos para serem típicos de garçons. Os corvos lhe traziam pela manhã pão e carne ao anoitecer; e bebia da torrente. Mas, passados dias, a torrente secou, porque não chovia sobre a terra. 
Elias se retirou da torrente de Querite, fronteira ao Jordão e foi encontrar-se com a viúva de Sarepta onde Deus usou para lhe dar comida. 
Elias e a viúva de Sarepta, na terra pagã adoradores de Baal. A palavra Baal significa na língua hebraica “dono, Senhor”. 
A palavra derivada de Baal, “Baalins, tinha uma conotação e um significado por regiões”. As bênçãos de vida e a prosperidade que vieram a essa viúva estrangeira distinguem a vida dela com Deus e as vidas famintas dos idolatras. 
A viúva tinha um punhado de farinha numa panela e um pouco de azeite numa botija. A viúva não temeu e fez comida para ela, e seu filho e Elias. O azeite no NT significa Espírito Santo, os discípulos o usavam como símbolo para buscar as bênçãos de Deus. Ele é quem pacifica os teus termos e da flor da farinha te farta (Sl 147.14). 
A fé que essa viúva tinha em Deus era comprometida com a sua palavra, ela foi sustentada, até o dia em que o Senhor fez chover sobre a terra.
Pai dos órfãos e juiz das viúvas é Deus em sua santa morada (Sl 68.5; 1 Rs 17.1-24). 
Elias apresenta ao governador Acabe porque darei chuva sobre a terra (1 Rs 18.1-46). E mostra a fome extrema em Samaria.
Agora, pois manda ajuntar a mim toda a nação no monte Carmelo (campo frutífero). Série de colinas com uma densa vegetação que se estendem ao longo de 113 km, desde a baía do acre até Dota (Am 1.2; 9.3; Na 1.4). O profeta Elias enfrentou e derrotou ali os deuses de Jezabel.
Ajunta os profetas das imagens de escultura e saberão que Deus é Deus da nação. Então, enviou Acabe mensageiros a todos os filhos da nação e ajuntou os profetas no monte Carmelo. 
Então, chegou todo o povo e disse: até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui o; se é Baal ou ídolo, segui-o. 
Porém nada responderam. Baal não respondeu nada porque a fome foi extrema se o ídolo ouvisse o clamor dos falsos profetas seria  o deus da nação.
Então, disse Elias ao povo: Só eu fiquei dos profetas do Senhor, e os profetas de Baal. Deem-se nos, pois, dois novilhos; escolham eles para si um dos novilhos, e dividindo-o em pedaços, ponham sobre a lenha, porém não lhe metam fogo; eu preparei o outro novilho, e o porei sobre a lenha, e não lhe meterei fogo. Novilho: Os bezerros que eram usados para os sacrifícios eram, normalmente, novilhos de um ano (Lv 4.3-12; 9.2-4; 16.11-15). 
Os israelitas sofreram o castigo divino por imitar os egípcios, os quais prestavam culto à fecundidade representada pelos bezerros (Êx 32.1). 
Não farás imagens de escultura (Êx 20.4) e não adorarás e não prestarás culto. 
Então, invocou o nome de vosso deus, e eu invocarei o nome do Senhor; e há de ser que o deus que responder por fogo esse é que é Deus. E todo o povo respondeu e disse: É boa está palavra. O profeta do Senhor desafia os profetas de Baal na área em que eles pretendiam ser fortes, pois Baal era venerado como o deus das tormentas e dos fenômenos meteorológicos. 
Fogo: um dos elementos mais ativo na natureza e indispensável para a vida humana. Entre as primeiras referências ao fogo no AT, está a coluna que em aparência de fogo dava calor aos israelitas no deserto (Nm 9.15-16). Também no AT é sinônimo de castigo divino (Nm 11.1;Dt 4.24 e Hb 12.29) que é “fogo consumidor” Paulo escreve sobre a prova do fogo (1 Co 3.12-15) pela qual passam os crentes. 
Deus já respondeu com fogo que é sinônimo de castigo, os idolatras foram castigados por Deus pela seca, fome. O fogo é em relação ao juízo divino e purificação (Is 31.9; 66.15; Zc 13.8-9; Sl 1.18; Ml 3.2; Ap 18.8) e também o “fogo”de Pentecostes (At 2.3). 
Se a imagem de escultura respondesse para os idolatras, não haveria seca e fome. Têm ouvidos, mas não ouvem (Sl 115.6). 
Deus ouve oração Sl 3.4;5.3;10.17; 17.5; 55.17; 65.2; Is 59.1). Disse Elias aos profetas de Baal: escolhei para vós ou outros um dos novilhos, e prepararei-o primeiro, porque sois muitos, e invocai o nome de vosso deus e não lhe metais fogo. Quem respondesse com fogo estava castigando com fome e seca. Tomaram o novilho que lhes fora dado prepararam no e invocaram o nome de Baal, desde a manhã até ao meio dia, dizendo: ah! Baal responde-nos! Porém não havia uma voz que respondesse; e, manquejando, se movimentaram ao redor do altar que tinham feito. As danças rituais, que às vezes, incluíam contorções grotescas, eram freqüentes no mundo antigo e ainda são em muitos dos povos chamados primitivos e zombadores pela dança e pela invocação ao ídolo. E eles clamaram em alta vozes e se retalhavam com facas e com lancetas, segundo o seu costume, até derramarem sangue. Ferir-se até sangrar por razões rituais era uma prática proibida pela lei hebraica (Lv 19.28; 21.5; Dt 14.1; Jr 16.6; 41.5). Passado ao meio-dia, profetizaram eles, até que a oferta de manjares se oferecesse; porém não houve voz, nem resposta, nem atenção alguma (1 Rs 18-1-29). 
Oferta de manjares: sacrifico de farinha, pão assado ou simples grãos (cevada, trigo) com azeite, incenso e sal (Lv 2.1-16) acompanhado de vinho (Lv 23.13). Não devia ser usado fermentado nem mel (Lv 2.11). Queimava-se uma porção como oferta a Deus, e o resto se dava ao sacerdote no templo. Quando os ofertantes eram pessoas pobres a oferta de manjares podia substituir a oferta pelo pecado (Lv 5.11). A oferta de manjares deveria ser trazida à casa do Senhor em vasos puros, significando a limpeza do coração. “Como quando os filhos de Israel trazem as suas ofertas de manjares em vasos puros à casa do Senhor” (Is 66.20). 
Esse tipo de oferta lembrava aos israelitas que Deus lhe dava o alimento básico e que eles lhe deviam, em troca suas vidas como dádiva ou tributo. O mel e o fermento não eram usados, pois ambos fermentavam. Entretanto podiam ser utilizados nas ofertas das primícias. 
O sal representava a permanência e a incorruptibilidade, já que conserva o alimento sadio. 
No NT diz apresentai o vosso corpo como sacrifício vivo e santo agradável ao Senhor (Rm 6.19). Se o idolatra servir o vosso corpo ao ídolo não terá nem uma retribuição de alimentos, ou seja, resposta pela petição. Então, Elias disse a todo o povo: Chegai-vos a mim. E todo o povo se chegou a ele; Elias restaurou o altar do Senhor, que estava em ruínas. O altar do Senhor havia sido destruído pelos adoradores de Baal. No rito de celebrar da aliança o altar representa o Senhor. E o altar do ídolo não representa o Senhor e nem o povo idolatra tem aliança com o Senhor. Tomou doze pedras, segundo o número das tribos dos filhos de Jacó, ao qual viera a palavra do Senhor, dizendo: Israel será o teu nome. Israel: O que luta contra Deus. Com aquelas pedras edificou o altar em nome do Senhor; depois fez um rego em redor do altar tão grande como para semear duas sementes. 
Pedra: Além do seu emprego em construções, a pedra utilizada como arma (1 Sm 17.50) para pesar (Lv 19.36), como instrumento de corte (Ex 4.25) como marca no caminho (2 Sm 20.8), para se escrever (2 Co 3.7) para levantar pilares e altares (Gn 28.18; Dt 27.5). 
Jesus é em linguagem figurada a pedra angular (Sl 118.22; Mc 12.11; At 4.11; 1 Pe 2.4). Ele mesmo mudou o nome o nome de Simão e lhe pôs “Pedro”que significa “pedra” (Jo 1.42). 
Então, armou a lenha, dividiu o novilho em pedaços, pôs sobre a lenha e disse: enchei de água quatro cântaros e derramai-a sobre o holocausto e sobre a lenha. Disse mais fazeis a terceira vez; e o fizeram terceira vez. Holocausto (inteiramente queimado). Nome que se dá a uma forma de sacrifício em que a vítima é totalmente consumida pelo fogo (Lv 1.9). 
No templo de Jerusalém eram oferecidos holocaustos duas vezes ao dia um pela manhã e outro à tarde. As pessoas podiam, além disso, oferecer um holocausto como sacrifício privado por meio dos sacerdotes. O termo traduzido por holocausto parece derivar de um verbo que, em hebraico, significa subir, provavelmente por causa da fumaça do sacrifício que subia a Deus (Jz 13.19-20). 
A oferta do holocausto era inteiramente queimada sobre o altar (Lv 6.9), com exceção da pele do animal, que ficava para o sacerdote, e das entranhas com os resíduos de comida (Lv 6.1-16). Esse sacrifício era oferecido a Deus como ato de adoração (1 Cr 29.20-21), em ação de graças (Sl 66.13-15), para obter algum favor (Sl 20.3-5) e em diversos ritos de purificação (Lv 12.6-8; 14.19,22; 15.15-30; 16.24; Jo 1.5). 
O altar foi preparado com holocaustos. De maneira que a água corria ao redor do altar; ele encheu também de água o rego. 
No devido tempo, para se apresentar a oferta de manjares aproximou-se o profeta Elias e disse: ó senhor, Deus de Abraão, de Isaque e de Israel, fique hoje conhecido que tu és Deus de Israel, e que eu sou teu servo e que segundo a sua palavra fiz todas estas coisas. Responde-me, Senhor, responde-me, para que este povo saiba que tu, Senhor, és Deus e que a ti fizeste retroceder o coração deles. 
Então, caiu fogo do Senhor, e consumindo o holocausto, e a lenha, e as pedras, e a terra, e ainda lambeu a água que estava no rego. 
O que vendo todo o povo caiu de rosto em terra e disse: o Senhor é Deus! O Senhor é Deus! Disse-lhes Elias: lançai mão dos profetas de Baal, que nem um deles escape. Lançaram mão deles; e Elias os fez descer ao ribeiro de Quisom e ali matou. Esta decisão de Elias tem sua explicação na lei deuteronômica, que obrigava a exterminar todos aqueles que arrastaram o povo pelo caminho da idolatria e da infidelidade ao Senhor (Dt 13.12-18; 20.12-13). 
Por meio do sincretismo religioso o culto a Baal, uma religião da natureza, e cuja ênfase principal era a fertilidade. Segundo as crenças religiosas dos cananeus, Baal era casado com Astarte ou Astarote no AT e tinha por maior inimigo Mote significa morte. Eram personificações das forças da natureza que supriam o regime de chuvas na Palestina, imprescindíveis para a sobrevivência das populações daquela região. 
Houve vários momentos de levante profético contra o baalismo dentre os hebreus, como descrito nesse texto, mas essa idolatria somente foi abandonada após o cativeiro babilônico. 
O movimento da Nova Era traz de volta várias ideias semelhantes. A Bíblia condena frontalmente esse tipo de religiosidade idolatra. Deus permite os idolatras morrerem de fome, sede, para poder exterminar os pecados dos idolatras, ao invés, do povo eliminar os pecados de si mesmo, para não serem destruídos foram exterminados juntamente com os pecados. 
A autoridade Jezabel a falsa profetiza deixava a idolatria ficar no país enquanto Elias combatia, era Deus de Elias no combate de deus Baal de Jezabel. 
Quando o ídolo e os falsos profetas não prevaleceram, vieram chuva e Acabe acabou vendo a chuva e entendeu o porque da fome e a seca (1 Rs 18-1-41). A Igreja idolatra no NT em Apocalipse, tem o nome Jezabel, aplica-se de modo figurado a uma falsa profetiza que enganava os cristãos com os seus ensinamentos (Ap 2.20, 21). 
Jezabel é governadora dos sidônios e esposa do governador Acabe, estimulou a idolatria em Israel que não tem paz (1 Rs 16.31-33). 
A prostituição é uma metáfora ou imagem para a designação da idolatria (Jr 2.20; Os 1.2). Idolatria: culto prestado à criatura ao invés de ao Criador, seja como culto a deuses pagãos ou as imagens pessoais. 
Os israelitas caíram repetidamente nessa última prática (Êx 32; 2 Cr 34.33; Os 8.4; 10.5) e estiveram com freqüência perto da primeira (1 Rs 16.31-33). 
Desde o principio, se condenou qualquer forma de idolatria (Êx 20.4; 34.13,17; Dt 4.16) e os profetas sempre falaram contra ela (Sl 115.4-7; Is 2.8; 40.18-20; 44.6-20). O NT tem essa condenação (1 Tm 1. 9; 1 Jo 5.21) e amplia o seu significado para incluir atividades como avareza (Cl 3.5). 
Tenho, porém, contra ti o tolerares que essa mulher, Jezabel, que a si mesma se declara profetisa, não somente ensine, mas ainda seduza os meus servos a praticarem a prostituição e a comerem coisas sacrificadas aos ídolos. 
Dei lhe tempo para que se arrependesse; ela, todavia não quis se arrepender da sua prostituição. 
Eis que a prostro de cama, bem como em grande tribulação os que com ela adulteram, caso não se arrependam das obras que ela incita. 
Matei os seus filhos, e todas as Igrejas conheceram que eu sou aquele que sonda mentes e corações, e vos darei segundo as vossas obras. 
Digo, todavia, a vós outros, os demais, a tantos quantos não têm essa doutrina e que não conheceram, como eles dizem, as coisas profundas de Satanás: outra carga não jogarei sobre vós; tão somente conservai o que tendes, até que eu venha. 
Ao vencedor, que guardar até ao fim as minhas obras, eu lhe darei autoridade sobre as nações, e com cetro de ferro as regerá e as reduzirá a pedaços como se fossem objetos de barro; assim como também eu recebi de meu Pai, dar-lhe-ei ainda a estrela da manhã. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas (Ap 2.20-29). 
Para a Igreja idolatra dos falsos profetas. Tanto Jesus como os apóstolos advertiam os cristãos para discernirem entre aqueles que, não sendo, pretendiam ser reconhecidos como mestres e líderes e aqueles que de fato eram (Mt 7.15; 1 Jo 4.1). 
No final dos tempos, haverá mais pessoas que pretendam atribuir a si essas qualidades (Mt 24.11-24; Mc 13.22). 
Disse Eliseu que significa: Deus é salvação com poucas comidas são multiplicadas para bastantes pessoas que comerem até sobejar conforme a palavra do Senhor (2 Rs 4.40). 
Depois disto, ajuntou Bem-Hadade, rei da Síria todo o seu exército, subiu e sitiou a Samaria. Houve grande fome na cidade que o governador sitiaram, a ponto de vender barato a cabeça dos animais. 
Teve mulher desesperada que pediu a ajuda do governador se o Senhor não acudir a mulher tão pouco o governador acode. O governador questionou a mulher o que tem? - E a mulher disse dá o teu filho e comemos e amanhã comeremos o meu. Cozemos, pois, o meu filho e comemos, mas dizendo-lhe eu ao outro dia: dá o teu filho para que o comamos, ela o escondeu. Tendo o governador as palavras da mulher rasgaram as suas vestes quando passava pelo muro; o povo olhou e viu que trazia pano de saco por dentro sobre a pele (2 Rs 6.24-30). 
Rasgar as vestes no AT significa sinal de humilhação e dor (Is 37.1) e no NT significa rasgar o coração para o Senhor, e abre o coração governador e a mulher para o Senhor tirar a dor à humilhação e te acudirem. Pano de saco: Para expressar luto, dor ou arrependimento, os hebreus costumavam colocar roupas que causavam doença, porque eram feitas com pelo de cabra ou com o material muito tosco. 
Também jogava pó e cinzas sobre a cabeça. Na Bíblia rei é governador e se refere a pastor para zelar das pessoas, isto é, ovelhas.
Em seu mais belo cântico de confiança Davi - pastor governador de Israel retrata o Senhor como o grande Pastor que provê as necessidades de suas ovelhas e as protege (Sl 23.1-6) e provê abundantemente em favor de seus hóspedes. 
A figura do pastor retrata o Senhor como guia, protetor e companheiro constante (Gn 48.15; Is 49.10; Jr 31.9-10; Ez 34.2) que leva as águas de descanso. Remansos ou pequenos lagos onde as ovelhas podiam encontrar refrigério e repouso. 
Refrigera-me Deus restaura através da provisão de água e comida. A direção oferecida por Deus sempre é em veredas (literalmente caminhos) retas aos seus olhos, que honrarão o seu nome, isto é, sua santa pessoa.
O pastor protege suas ovelhas com sua vara usada para enfrentar e afugentar animais ferozes, e orienta as que se desviam com seu cajado. 
Como bondoso hospedeiro, Deus provê tudo de que necessitamos.
Ungir o hospede durante um banquete era uma prova de cortesia. O ato de derramar azeite perfumado sobre a cabeça do hóspede era outro sinal de hostilidade e de amizade (Lc 7.37-46; Sl 92.10; 1 Co 10.16). 
Bondade e misericórdia certamente segui todos os dias de vida; e habita na Casa do Senhor para todo o sempre. 
O convite para uma refeição era não apenas um gesto de hospitalidade, mas também um símbolo de solidariedade e de aliança (Gn 18.5-8; 19-2-3; Sl 41.9; Lc 22.17-21).
Sermão de Jesus a respeito do bom pastor retrata e como o verdadeiro pastor e governador do seu povo. Jesus diz: eu sou a porta, quem entrar por meio de Cristo será “salvo”, isto é, terá vida eterna e abundante. 
Tudo quanto necessita para ser liberto dos pecados da culpa e da condenação. Jesus é a única porta de salvação, não há salvação senão por Ele. 
Jesus declara que Ele é o bom pastor - ilustra o cuidado que Ele tem com o seu povo. É isso de modo ímpar, ressalta a Cristo como o pastor, É a morte de Cristo na cruz que salva suas ovelhas em Cristo aqui é o bom pastor. Em Hb 13.20. 
Ele é chamado de grande pastor das ovelhas (1 Pe 5.4). Supremo pastor.  O ministro do evangelho que ocupa esta posição, apenas como meio de vida ou de obter honrarias é o mercenário. 
O verdadeiro pastor cuida das ovelhas. O conhecimento que Deus tem dos seus filhos e seu amor por eles, inclui sua afeição pessoal, fidelidade e cuidado providencial constante. 
O crente está gravado nas palmas das suas mãos (Is 49.14-17). E nunca está esquecido por Deus. 
Nunca tem um momento em que os olhos de Deus deixam de vigiar o crente para o bem (Êx 33.17; Jr 1.5; Mt 10.37). 
As minhas ovelhas ouvem a minha voz. Aqueles que realmente são ovelhas de Cristo obedecem a sua voz e o seguem; estão em comunhão constante com o pastor. 
Pastor da à vida eterna pelas ovelhas que seguem. 
As ovelhas que desgarram do pastor e se recusam ouvir e obedecer a sua voz e segui-lo, demonstram que não são suas ovelhas. Ovelha: Este é o animal mais mencionado na Bíblia (Gn 29; Êx 22.1; Sl 23). 
Os judeus a criavam mais pelo seu leite e carne, a qual estava disponível apenas quando se sacrificava o animal de acordo com a Lei: (Lv 1.10-13; 3.6-11). 
A sua pele era usada para confeccionar roupa (Êx 25.5). 
Jesus usou a imagem do relacionamento entre o pastor e as ovelhas para exemplificar o seu relacionamento tanto com os que andavam perdidos (Lc 15.1-7) como os seus próprios discípulos (Jo 10.1-21). Jesus é o Messias: palavra hebraica que significa “ungido”. Dá-se este título ao Salvador prometido por Deus ao seu povo (Is 1.26; Jr 23.5; Zc 3.8;12), cuja chegada foi profetizada pelos profetas do AT. Os judeus pensavam que o Messias seria um chefe político ou um rei justo vitorioso da dinastia de Davi, alguém que viria para libertar Israel dos seus opressores estrangeiros, derrotaria todos os seus inimigos e estabeleceria um império universal com a capital em Jerusalém. 
Ao aceitar para si o título e a missão de Messias, Jesus ama as ovelhas que foram embora para outras terras por causa dos pastores que não administraram direito os países, o Senhor castiga segundo vossas ações, por não cuidar das ovelhas. Pastores é a expressão com a qual se designa o rei e todos os que estão investidos de autoridade política ou religiosa, como os funcionários, os sacerdotes e os profetas. 
O Messias promete fecundidade, as ovelhas morreram de sede, fome, doença, ai dos maus pastores que não fizeram nada. O Senhor fala dos maus pastores (Jr 23.1-2; Ez 34.1) e com promessas de salvação: a reunificação do rebanho disperso, a restauração do reino davídico (Jr 23.3-6; Ez 34.11), a prosperidade, justiça, paz, libertação, retidão (Is 9.7; Mq 5.4; Ez 34.29). 
A presença de pastores era algo comum na Palestina (Gn 46.32, 34; 47.3; Lc 2.8). 
A palavra do Senhor veio a Jeremias, a respeito de uma grande seca (Jr 14.1). 
Andava chorando a cidade, as portas estavam abandonadas e, de luto, se curvam até o chão; e o clamor da cidade vai subindo (Is 3.26; Lm 1.4 ). A calamidade nacional provocada especialmente por uma seca prolongada. Os nobres enviam seus servos a procurar água: eles chegam às cisternas, não encontram água, retornam com suas vasilhas vazias. Ficam envergonhados e humilhados e cobrem a cabeça. Cobrem a cabeça: Este gesto expressa grande dor e consternação (2 Sm 15.30). 
Por causa do solo ressequido, pois não há chuva na terra, os camponeses estão envergonhados e cobrem a cabeça. Sim, até a gazela no campo dá à luz e abandona a cria, porque não há erva. Os onagros - antiga máquina de guerra estão nas alturas, anseiam por ar como chacais, seus olhos se obscurecem, porque não há capim. Jeremias intercedeu pelo povo de Judá que rejeitou na primeira vez. Posto que as nossas maldades testificam contra nós, ó Senhor, age por amor do teu nome; porque as nossas rebeldias se multiplicaram; contra ti pecamos. 
Esperança de Israel, Iahweh, seu salvador no tempo da desgraça, por que és como estrangeiro na terra, como viajante que passa uma noite? Por que és como homem consternado, como guerreiro que não pode salvar? 
Mas tu, ó Senhor, estás em nosso meio, e somos chamados pelo teu nome; não nos desampares. 
Assim diz o Senhor sobre este povo: Gostaram de andar errantes; por isso, o Senhor não se agradou deles e lhes puniu o pecado. Disse-me ainda o Senhor: não rogues por este povo para o bem dele (Jr 14.1-10). 
O pecado engana e destrói. O pecado de Judá está escrito com um ponteiro de ferro e com diamante pontiagudo, gravado na tábua do seu coração e nas pontas dos seus altares (Jr 17.1). 
Era oferecidos sacrifícios de expiação pelo pecado, o sangue da vítima era aspergido sobre os chifres do altar (Lv 4.25). 
Mas o pecado de Judá estava aderido de tal maneira que já não podia purificar com este rito expiatório. Seus filhos se lembram dos seus altares e dos seus postes-ídolos junto às árvores frondosas árvores de natal, sobre os altos outeiros. Postes ídolos: Jz 3.7 - árvores frondosas: os lugares cheios de árvores e com vegetação exuberante eram particularmente apropriados para prestar culto aos deuses da fertilidade (Is 65.3). 
A Palestina estava acostumada a secas ocasionais, que eram parte das maldições da aliança, junto com a fome (Dt 28.23). 
A passagem pode descrever uma estiagem prolongada ou uma série de secas curtas, mas severas, com suas conseqüências devastadoras. Calamidade tinha atingido todo o país, pressagiado destruição completa. 
As pessoas estavam cobrindo suas cabeças, lamentando (2 Sm 15.30). 
Toda a pecuária tinha cessado, alguns animais estavam até abandonando suas crias por falta de pasto. 
Mesmo reconhecido claramente o desprazer divino que se manifestava, Judá se recusava a se arrepender e se reabilitar, retratando de maneira tocante os que estão perdidos no pecado e alienados das promessas da aliança (Ef 2.12). 
Apesar das ordens contrárias de Deus, Jeremias é tomada a tal ponto de angústia por seu povo que ora por sua libertação. 
O profeta sabe que quem confessa recebe perdão (1 Jo 1.9), e, já que a nação não quer reconhecer seu pecado, Jeremias quer fazê-lo substitutivamente. 
Deus proíbe Jeremias mais uma vez de interceder por Judá, porque ele ignorará seus pedidos (Os 8.13). 
Espada... fome... peste é uma combinação que aparece sete vezes no livro todo. Jeremias faz uma tentativa frustrada de explicar os defeitos dos seus compatriotas iludidos, mas em resposta, Deus castiga os responsáveis pelos prejuízos, os falsos profetas, e considera seus pronunciamentos visão falsa, adivinhação, vaidade e engano. 
Estes enganadores serão os primeiros a sofrer, seguidos pelo povo todo, que se deixou enganar. 
Ficar insepulto era uma das coisas mais horríveis que poderia acontecer a alguém.  
Jesus predisse que no fim da era cristã surgirão novamente muitos falsos profetas (Mt 24.11; Mc 13.22). Jeremias repete mais uma vez a sua súplica, fazendo como Abraão (Gn 18. 23, 33), Moisés (Êx 32.11-13) e Samuel (1 Sm 7.5), Eles partiram para uma terra que não lhes era familiares. 
Ao redor só há devastação e morte, o triste castigo da idolatria, e Jeremias, num grito de angústia, confessa o longo período de apostasia, sabendo que se Deus abandonasse o amor da aliança, tudo estaria perdido para Judá (1 Sm 7.5-22). 
Deus se recusa com determinação a retirar o castigo. Moisés e Samuel tinham tido sucesso em sua intercessão pelo pecaminoso Israel (Êx 32.11-14; Nm 14.13-24; Dt 9.18-29; 1 Sm 7.5-9; 12.19-25), mas eles tinam conseguido primeiro que a nação cooperasse, e Jeremias não (Jr 15.1-9). 
Judá, o pária espiritual, está pré-condenado a morte, espada, fome e cativeiro. 
Os corpos mortos serão ainda humilhados por cachorros, aves e rapinas e outros predadores (Jr 19.7; 34.20), tudo isto por causa da idolatria grosseira de Manasses ou do governador atual (2 Rs 21.10- 15; 23.26; 24.3; Jr 1.4). 
Jerusalém rejeitou a Deus com tanta perseverança que ele não pode ter compaixão por mais tempo, como no passado. Judá tinha sido sacudido com um feixe de cereal, para que o vento levasse a palha, mas em vão. 
A privação atingiu a todos, mas sem efeito, mesmo quando as viúvas já eram mais que a areia do mar (2 Cr 28.6). 
A mulher que tivesse sete filhos (1 Sm 2.5) entrava em estado de choque, pressagiando o destino que teria Jerusalém, a cidade-mãe de Judá. As palavras de Cristo (Lc 23.28-31) são semelhantes. Iahweh me fez ver dois cestos de figos colocados diante do templo de Iahweh. 
Foi depois que o governador deixou o povo exilado (Jr 24.1). Um cesto tinha ótimos figos, como os figos da primeira temporãos; o outro cesto tinha figos estragados, tão estragados que não podiam  ser comidos. E disse-me Iahweh: “que vês, Jeremias?” E eu disse: “figos. Os bons são muito bons, e os estragados são tão estragados que não se podem ser comidos”. 
Então a palavra de Iahweh me foi dirigida nos seguintes termos: assim disse Iaweh, o Deus da nação . Como estes figos bons, assim olharei com boa vontade os exilados da cidade que mandei neste lugar para a terra. 
Porei meus olhos sobre eles para o bem e os farei retornar a esta terra. Reconstitui-los-ei e não os demolirei, plantá-los-ei e não os arrancarei. 
Dar-lhes-ei um coração para que me conheçam, que eu sou Iahweh. Eles serão o meu povo e eu serei o seu Deus, porque eles retornarão a mim de todo o coração. 
Mas como os figos estragados que, te dão estragados, não podem ser comidos, assim disse Iahweh, tratarei ao rei da cidade, os príncipes e o resto de outra cidade: aqueles que restarem nesta terra e os que habitam na terra de outro país. 
Fiz deles um objeto de horror, uma calamidade para todos os reinos da terra; uma vergonha, uma fábula, um escárnio e uma maldição em todos os lugares, para onde os expulsar. 
Enviei contra eles a espada, a fome e a peste, até que desapareçam do solo que dei a eles e a seus pais. 
Ó monte do campo, os teus bens e todos os teus tesouros dei por presa, como também os teus altos por causa do pecado, em todos os teus territórios! 
Assim, por ti mesmo te privou da tua herança que te dei, fiz você escravo de teus inimigos em terra que não conheces. 
Porque o fogo que acendestes em minha ira queimou para sempre. Assim disse Iahweh: maldito o homem que confia no homem, que faz da carne a sua forca, mas afasta seu coração de Iahweh! 
Ele é como cardo no estepe: não vê quando vem a felicidade, habita os lugares secos no deserto, terra salgada, onde ninguém mora. Bendito o homem que se confia em Iahweh, cuja confiança é Iahweh. 
Ele é como árvore plantada junto da água, que lança suas raízes para a corrente: não teme quando chega o calor, sua folhagem permanece verde; em ano de seca não se preocupa e não pára de produzir frutos. 
O coração é falso como ninguém, é incorrigível; quem poderá conhecê-lo? Eu, Iahweh, perscruto o coração, sondo os rins, para retribuir ao homem conforme o seu caminho, conforme o fruto de suas obras. 
Uma perdiz choca o que ela não pôs. Assim aquele que ajunta riqueza injusta: no meio de seus dias, ela abandonará e, no fim, ele é idiota. 
Por causa do mal, da rebeldia, os pecados nas cidades e ruas (Jr 7.17) fizeram parte dos filhos e pais e mulheres que preparam sacrifícios a rainha dos Céus e provocou a ira de Deus, depois fizeram oferendas a deuses estrangeiros e ofenderam a Deus. 
Por isso, assim diz o Senhor Iahweh: eis que minha ira ardente se derramou sobre este lugar, sobre homens, sobre os animais, sobre as árvores do campo e sobre os frutos da terra. Ela ardeu e não se extinguiu. 
Quando jejuaram, não ouvi o seu clamor e, quando trouxeram holocaustos e ofertas de manjares, não, me agradei deles; antes, eu os consumi pela espada, pela fome e pela peste (Jr 21.7; 24.10, 27.13; 29.17). 
No NT o Espírito Santo intercede segundo a vontade de Deus pelos filhos, pais e mulheres santificadas (Rm 8.26-27). 
Espírito Santo intercede pelas pessoas fracas e Deus responde as orações e jejuns de quem aceitar o Senhor Jesus que envia o Espírito Santo intercessor. 
Jeremias disse a Deus que os profetas lhes diziam: não vereis espada, nem tereis fome; mas vos darei verdadeira paz neste lugar (Jr 14.13). 
Os falsos profetas viram destruição, fome e tribulação neste lugar. Disse-me o Senhor: os profetas profetizam mentiras em meu nome, nunca os enviei, nem lhes dei ordem, nem lhes falei; visão falsa, adivinhação, vaidade e o engano do seu íntimo são o que eles profetizam. 
Portanto, assim diz o Senhor acerca dos profetas que, profetizando em meu nome, sem que eu os tenha mandado, dizem que nem espada, nem fome haverá nesta terra: à espada e à fome, foram consumidos esses profetas. 
O povo a quem eles profetizaram foi lançado nas ruas da cidade, por causa da fome e da espada; não houve quem os sepulte, a ele, a suas mulheres, a seus filhos e a suas mulheres, a seus filhos e a suas filhas; porque derramei sobre eles a sua maldade. 
Portanto, lhes disse está palavra: os meus olhos derramaram lágrimas, de noite e de dia, e não cessaram; porque a virgem, filha do meu povo, está profundamente golpeada, de ferida mui dolorosa. 
Se saísse ao campo, eis aí os mortos à espada; se entrasse na cidade, estavam ali os debilitados pela fome; até os profetas e os sacerdotes vaguearam pela terra e não saberiam para onde foram. Foram no país desconhecido. 
Deus fica aborrecido, e rejeita, e fere, o povo, dos falsos profetas com o pecado da idolatria, esperaram a paz e ficaram com o terror não houve nada de bom. 
Jeremias e o povo conheceram o pecado de vossos pais. 
O Senhor rejeita o pecado, mas se o pecado ficar no povo é também rejeitado e coberto de opróbrio, e a aliança (Jr 14.1-21). 
Oráculo (Is 13.1) referente ao Egito começa com uma descrição poética de como o Senhor cavalgando uma nuvem leve e ligeira (Sl 104.3), veio para julgar o Egito. 
Como resultado, os ídolos do Egito tremem e vacilam, cônscios da sua ineficiência; e os corações dos egípcios desmaiam. 
O primeiro julgamento que o Senhor faz abater-se sobre eles na profecia, agora Ele começa a falar na primeira pessoa, é a guerra civil; cidade guerreia contra cidade; e reino contra reino (deve-se lembrar que antes de Sabaca, o Egito estava dividido em numerosas cidades reinos). 
Tendo em vista a natureza dos acontecimentos, tal estado de coisas acarreta um desespero total. 
A inteligência e discernimento, é “derramado” e se esgota como água de forma que nada resta. 
O Senhor reduz a nada todos os planos e consultas dos egípcios. 
E depois, com desespero ainda maior, o povo recorre a seus deuses, seus médiuns e seus adivinhos para pedir ajuda e luz, pois estes eram abundantes no Egito. O fim de todo este tumulto e perturbação será como costumeiramente acontece, o surgimento de um senhor cruel, uma nova aflição para uma terra atormentada. Outro julgamento será o fato de o rio Nilo secar-se, pois ele é a fonte da prosperidade do Egito. 
Os pastos e campos: outrora tão produtivos - secaram; os pescadores viram desvanecer-se o seu meio de vida. 
Toda a indústria do Egito ficou aleijada. Os campos não produzirão mais linho para ser industrializado; não podia mais ser feito o tecido de linho ou algodão. Os tecelões e os operários ficaram com o coração amargurado. 
O julgamento do Senhor é seca e miséria (Is 19.11-15). Mediante tudo isto o desespero dos sábios do Egito chegará ao máximo. 
Os “principais de Zoa” são mencionados especificamente porque Zoa (Tanis), uma cidade do Delta, fora a capital de vários Faraós. Sob o regime dos hicsos e de diferentes governantes da vigésima primeira e vigésima-terceira dinastias ela fora a capital; e em outras épocas um oficial de elevada estirpe, geralmente um filho do Faraó, ali residia. 
Na época de Isaías 30.4, um príncipe estava no trono e insistia em ser mencionado como Faraó, embora o seu poder fosse pequeno. Em segundo a Zoa e mencionada Mênfis; ela fora por muito tempo a capital do reino. 
Os oficiais de Zoa e Mênfis estavam entre os mais nobres do Egito; eles se orgulhavam de sua descendência de reis primeiros. Presumia-se que esses antigos reis descendentes de uma casta sacerdotal, eram dotados de sabedoria feita pelos príncipes do Faraó. 
Em tempos antigos, muito mais do que no presente (a época de Isaías), o conhecimento e a sabedoria eram geralmente assunto de tradução e especialmente no Egito, dava-se grande valor a antiguidade. 
Mas, diz Isaías, esta jactância dos sábios do Egito é inútil sem sentido. 
Quando os julgamentos de Deus vêm sobre eles, eles foram desamparados; eles não entendem o curso dos acontecimentos e não podem dizer a Faraó o que o Senhor Todo Poderoso (Is 1.9) planejou contra o Egito. 
Eles próprios perderam-se no caminho e desviaram o Egito através dos seus conselhos loucos; e tudo isto aconteceu através das “pedras de esquina” do povo. 
Esta perda de esperança e rendição à miséria. Senhor, que derramou sobre o seu povo, um espírito de confusão de modo que desencaminham o Egito em todos os seus empreendimentos, como se desencaminha um embriagado que vai vomitando. 
Nenhum empreendimento conseguiu realizar o Egito, seja obra da cabeça ou da cauda, ou seja, do maior ou menor da palma ou do junco. 
Naquele dia, os egípcios serão como mulheres; tremerão e temerão ao se levantar-se da mão do Senhor dos Exércitos, que ele agitará contra eles. 
A terra de Judá será espanto para o Egito; todo aquele que dela se lembrar encher-se a de pavor por causa do propósito do Senhor dos Exércitos, do que determinou contra eles. 
Naquele dia, haverá cinco cidades na terra do Egito que falarão a língua de Canaã e farão juramento ao Senhor dos Exércitos; uma delas se chamará Cidade do Sol. 
A língua falada é o hebraico falado em Israel, e se jurará fidelidade ao Senhor Todo Poderoso (Is 45.23; 2 Cr 15.14). 
Naquele dia, o Senhor terá um altar no meio da terra do Egito, e uma coluna se erigirá ao Senhor na sua fronteira. Servirá de sinal e de testemunho ao Senhor dos Exércitos na terra do Egito; ao Senhor clamarão por causa dos opressores, e ele lhes enviará um salvador e defensor que os há de livrar. 
O Senhor se dará a conhecer ao Egito, e os egípcios conhecerão o Senhor naquele dia; sim, eles o adorarão com sacrifícios e ofertas de manjares, e farão votos ao Senhor, e os cumprirão. 
O antagônico letal que na época de Isaías se incendiava com tanta freqüência entre Egito e Assíria, e tanto para Israel como para Judá uma fonte de tanta calamidade, agora tem fim. 
Uma estrada entre os dois países existia tempos antigos, atravessando Canaã; mas então existirá uma estrada bem cuidada-elevada e permanente. Por essa estrada, egípcios e assírios se encontrarão em um comércio amigável. 
A sua unidade será alicerçada numa adoração conjunta; isto é, ambos os povos honrarão e adorarão o único Deus verdadeiro. Israel alcançará o seu elevado destino: ser uma bênção, isto é, um intermediário de bênçãos divinas (Gn 12.2) no meio de toda a terra (Gn 22.18), aqui representada pelo Egito e Assíria. E tudo isto acontece porque o Senhor Todo Poderoso abençoou Israel com uma bênção que une com o mundo gentílico. 
Os nomes de honra que pertencem a Israel serão atribuídos ao Egito (meu povo) e à Assíria (obra de minhas mãos). 
Desta forma o profeta prevê o fim de todos os caminhos de Deus-um fim em que a hostilidade e o conflito dão lugar ao reino de paz que é alicerçado no conhecimento do Deus de Israel. 
Quanto ao cumprimento desta profecia, precisa-se indicar em primeiro lugar o importante papel atribuído ao Egito na história do reino de Deus. A colonização judaica no Egito, iniciada em tempos antigos , mais tarde assumiu grandes proporções; e através disso, muito antes da vinda de Cristo, o conhecimento do verdadeiro Deus se disseminou no Egito; é necessário pensar apenas na Septuaginta, a tradução grega no AT, que se originou no Egito e tanto contribuiu para disseminação da religião em Israel entre os gentios. De especial importância, todavia, é o fato de que o Egito desempenhou um papel muito significativo na Igreja Cristã primitiva. 
Em sentido mais geral, esta profecia foi e está sendo cumprida com a reunião ou ajuntamento do mundo gentílico a Ele, que faz com os muros divisores de hostilidade caiam, e a paz pregada aos que estavam distantes e aos que estavam próximos (Ef 2.14-17; Jr 8.11). 
A calamidade de uma nação apóstata que caminha diretamente para a destruição provoca fortes emoções a Jeremias. 
Ele descreve a destruição de Judá em cores vivas, retratando as pastagens do deserto assoladas, onde antes o gado pastava normalmente (Êx 3.1), e por onde vagavam aves e animais em breve somente chacais habitariam nas ruínas. 
A cena nos lembra Jesus lamentando o destino de Jerusalém alguns séculos mais tarde (Mq 13.1-23; Lc 21.5-24); as causas espirituais da destruição ainda eram as mesmas. 
O profeta Jeremias intercedeu pelo povo (Jr 42.2-20) e Moisés intercedeu em favor do povo de Israel em repetidas ocasiões, para obter perdão do Senhor pelos pecados e rebeldias do povo (Êx 32.11; 34.9; Nm 11.2; 21.7; Dt 9.20-21,26). 
Samuel também desempenhou de intercessor (1 Sm 7.5-10; 12.19-23).
Novo Testamento, Jesus a direita de Iahweh intercede pelas pessoas, firma aliança com o Senhor e estarão livres de castigos (Jr 15.2-3).  
Jeremias intercedeu diante do Senhor em favor de Israel e, inclusive, em favor de seus próprios inimigos (Jr 15.11; 18.20). Mas três vezes recebeu do Senhor a ordem de não orar pelo povo, porque já era demasiadamente tarde para evitar o castigo da nação (Jr 7.16; 11.14; 14.11). 
A nação é simbolizada em união matrimonial ao se referir o relacionamento do Senhor com o seu povo. A nação consagrada ao Senhor terá as primícias da sua colheita, e todos os que o devoraram se faziam culpados; o mal vinha sobre eles, diz o Senhor (Jr 2.1-3). 
No deserto, porém, os israelitas não estavam expostos à tentação de prestar culto aos deuses da fertilidade, como estariam mais tarde, depois da sua entrada em Canaã (Jr 2.7-8). 
Primícias da sua colheita: as primícias ou os primeiros frutos da colheita pertencem exclusivamente ao Senhor e devem ser consagrados a ele (Dt 26-11). 
De maneira semelhante, somente o Senhor pode dispor do seu povo porque ele o elegeu dentre todos os outros povos, para que estivesse consagrado ao seu serviço (Dt 7.7-11). 
O que encontraram os vossos pais em mim de injusto, para que se afastem de mim e corressem atrás do vazio, tornado-se eles mesmos vazios? Eles não perguntaram: “onde está Iahweh, que fará sair de outra terra de estepes e barrancos, uma terra seca e escura, uma terra que ninguém atravessa, e na qual o homem não habita?”. Eu vos introduzirei em uma terra de vergéis, para saborear os seus frutos e os bens; mas vós entrarás e não profanarás a minha terra, e o tornaste a minha herança abominável. 
Os sacerdotes não disseram: onde está o Senhor? E os que tratavam da lei não me conheceram, os pastores prevaricaram por Baal e andaram atrás de coisas de nenhum proveito. 
Jeremias significa: (Deus exalta) a nação! Se os principais responsáveis os sacerdotes e ministros de culto, souberem ensinar as pessoas, Deus exalta a nação. 
Os sacerdotes não perguntaram “onde está Iahweh?” Os depositários da Lei não me conheceram, os pastores rebelaram-se contra mim, os profetas profetizaram por Baal e, assim, correram atrás do que vale nada. Iahweh espera dos pastores, chefes e reis que estabeleça uma ordem social justa (Sl 72.1-2; Jr 22.13-19) e a conversão dos falsos profetas (Jr 1.9). 
A luta de Jeremias contra os falsos profetas foi uma das mais duras provas que Jeremias iria enfrentar (Jr 23.9-40; 28.1-17).
O povo passou pelo processo. O Senhor decidiu iniciar um processo judicial contra o seu povo infiel e põe os céus como testemunha (Is 1.2), e não viu coisa semelhante em nenhum outro lugar. 
Acaso um povo troca de deuses? E esses não são deuses! Mas meu povo trocou a sua Glória pelo que não vale nada. 
Porque meu povo cometeu dois crimes: eles me abandonaram, a mim, a fonte de água viva, cisternas, furadas, que não podem conter água. 
A glória do Senhor é descrita como uma manifestação luminosa que permite perceber de maneira sensível a presença divina na criação (Sl 19.1; Is 6.3-4; Ez 10.4) ou no meio do seu povo (Êx 40.34-38; Ez 1.27-28; Jo 1.14). 
Cisternas rotas: em uma região como a Palestina, onde a água não é abundante, é indispensável construir cisternas para armazenar a água (2 Sm 2.13). Essas cisternas eram cavadas na pedra porosa depois eram impermeabilizadas com uma mistura de cal e areia. Contudo, sempre existia a possibilidade de se fenderem e deixarem escapar a água. Além disso, a qualidade de água armazenada não tinha comparação com a que brotava do manancial. 
Acaso, é a nação ou servo nascido em casa? Por que, pois, veio a ser presa? Alguém se tornava escravo por ter sido comprado ou ter sido adquirido como despojo de guerra ou, ainda, por ter nascido de pais escravos. O texto se refere a esse último tipo de escravidão. Os leões rugiram contra ele, lançaram rugidos: reduziram à desolação a sua terra, suas cidades foram queimadas, deixadas sem habitantes. Até mesmo os filhos de Nof e de Táfnis raspam-te a cabeça! Mênfis e Tafnes eram duas cidades egípcias. 
A primeira se encontrava a uns 20 Km ao sul do Cairo; a segunda, no nordeste do Egito (Jr 44.1). 
Rasparam a cabeça em duas cidades da nação. Tudo isto sucede, por abandonar Iahweh que conduz pelo caminho, e não adiantou ir em outra cidade beber águas do rio. 
A tua maldade te castigou e as tuas infidelidades te puniram! Compreende e viu como é amargo abandonar a Iahweh, teu Deus, e não me temer, oráculo do Senhor Iahweh dos Exércitos. 
Desde os tempos remotos quebraste o teu jugo, rompeste as tuas cadeias e dizias: “não servirei”. Contudo, em toda colina elevada e sob toda árvore verde, te deitavas como uma prostituta (2 Sm 2.3-20). Alusão dos altos, onde se prestava culto a Baal e os deuses cananeus da fertilidade (Jr 23.1-8).
Os pastores e as ovelhas. Pela ordem, Zedequias, o último rei de Judá, teria de ser o próximo. Ele reinou de 597 a 587 a.C., sucedendo a seu sobrinho Joaquim quando este foi deportado. 
Pastores eram os líderes falsos do rebanho, que deixaram que ele dispersasse e no fim fosse destruído (Jr 2.8, 10.21). 
Má liderança é a verdadeira causa do exílio. Ovelhas pastando é uma imagem campestre muito comum na Escritura. O Supremo Pastor, zela pelo bem-estar do seu rebanho, Cristo, o bom Pastor (Jo 10.11), mostrou com sua morte até onde o amor divino estava disposto a ir para redimir a humanidade pecadora. 
Os profetas pré-exilados predizem que um remanescente retornará para povoar a terra devastada. Dos que retornarem, nenhum se perderá, porque pastores responsáveis cuidarão do seu bem-estar (apascentar). Jr 5.8 - A profecia messiânica é esperança. Eis que vem dias, aparece dezesseis vezes no livro iniciando passagens de esperança. 
O renovo, é o termo usado para o reino messiânico (33.15, Zc 3.8, 6.12). Este personagem aparece também em Is 11.1. Renovo é o que brota das raízes de uma árvore caída. Há de brotar vida nova da dinastia caída. 
Assim Jeremias pode proclamar que Deus fará surgir um rei cujo nome já indicará qual é seu caráter; uma expectativa cumprida em Cristo, filho de Davi. Diferente dos sucessores de Josias, ele seguirá uma política sabia, observando os ideais da aliança e governando o povo com justiça “aquele que garante justiça para nós. O Senhor é justiça nossa”. 
O rei Zedequias pecou contra o Senhor (2 Rs 24.19), parece mais provável que o título foi empregado como contraste com este tipo de rei. O renovo que surgirá na pessoa do Messias terá caráter totalmente diferente, e através da sua tarefa especial ele proporcionará aos homens a graça, a salvação que não vem pelas obras (Ef 2.8), que incluirá santidade pessoal, obra Espírito Santo, depois da justificação. 
A nova aliança, com o sangue de Cristo, fará do ideal para a nação (Lv 20.7) um bem pessoal.  
Antevê uma reunificação futura de norte e sul, o que também ocorre em outros profetas (Ez 37.19). 
Acusação contra os falsos profetas (Jr 23.9-40). 
A série de oráculos precedentes tratou dos governadores seculares. Agora Jeremias passa a se preocupar com os líderes da vida religiosa da nação (Jr 9-15). 
Os pecados dos falsos profetas. Coração, no sentido que é usado aqui, denota mais um estado mental profundamente perturbado, do que emocional. Sua mente não pode compreender a maneira que estes profetas escolheram para abusar da sua vocação profissional, e ele está chocado com o comportamento corrupto deles, equiparado pela depravação do Povo escolhido. 
Fazendo uma avaliação crítica dos que diziam ser profetas, Jeremias considera os judeus piores que seus irmãos do norte. Eles concordaram com as orgias dos rituais do culto a Baal, unânimes com os sacerdotes (2 Rs 21.5; Ez 8.6-18), onde práticas imorais e sacrifícios idólatras tinham se filtrado até no culto no Templo de Jerusalém. 
Seu caminho mau deixará agora a descoberto sua natureza traiçoeira, e eles serão como pessoas que andam por caminhos escorregadios no escuro, tropeçando e caindo uma sobre a outra. 
A indecência dos profetas de Samaria a adorar Baal; o escândalo adultério e falsidade, ultrapassando a maldade de Sodoma e Gomorra. 
Jeremias coloca toda sua responsabilidade pela depravação moral de Judá sobre os ombros destes homens perversos. Características do falso profetismo. Jeremias identifica os traços desta atividade como uma separação fundamental da realidade espiritual, moral e política. 
Os falsos profetas criam naquilo que eles queriam que fosse verdade, expressando expectativas falsas de paz. 
Suas visões eram auto-induzidas, não inspiradas por Deus. 
Cristo avisou que nos últimos dias surgiriam falsos profetas, enganado a muitos (Mt 24.5-11). Se os falsos profetas ouvisse o Senhor falar pelo profeta Jeremias, estariam falando de julgamento, como ele, e não de paz  são repetidos (Jr 30.23) com algumas mudanças. 
Eles trazem as decisões da corte celestial que os falsos profetas ainda não conheciam porque tinham sido julgados à revelia; não estão fora do lugar, como estiveram. 
Os últimos dias apontam para o dia do julgamento, quando a justiça divina será feita em Judá. 
Então o significado dos acontecimentos, até o momento não reconhecido por causa da auto-ilusão, ficará dolorosamente claro. O termo dia pode ser interpretado como messiânico (Is 2.2; Os 3.5; Jr 21.32). 
A missão fraudulenta dos falsos profetas. Qualquer profecia que fale de um futuro de paz em vez de proclamar a ira de Deus é falsa. Deus, que está perto, pode ver tudo que está por trás, e os falsos profetas não podem se esconder do seu olhar perscrutador. 
Certas classes de profetas pagãos em Mari (Tel Ariri, no médio Eufrates) e em outros lugares achavam que sonhos era o método normal de eles receberem revelações. 
Suas visões irreais desviavam a atenção da moralidade da aliança e a focalizavam nos ritos imorais de Baal. 
Os falsos profetas iniciam suas observações que pronunciam com uma fórmula que quer indicar inspiração divina, porém as palavras que pronunciam foram inspiradas por outros indivíduos e não se aplicam à situação presente. Observações adicionais sobre falsos profetas e verdadeiros. 
Os profetas genuínos viviam com integridade no espírito da lei mosaica, exemplificando com sua vida o caráter do relacionamento com Deus pretendido pela aliança. Suas afirmações inspiradas eram uma continuação da comunhão espiritual que eles tinham com Deus, e a palavra dele em suas mentes se transformava na palavra deles para a sociedade. 
Por causa da corrupção do seu tempo, muito do que eles diziam era altamente crítico, desafiando as pessoas a retornarem ao ideal da aliança do Sinal. 
A palavra divina era neles como um fogo que consumia tudo que era indigno, fazendo deles pessoas absolutamente íntegras. 
Os falsos profetas, em contraste, eram indistinguíveis do restante da sociedade em termos de caráter pessoal, sendo na verdade impostores, que profanavam as coisas sagradas e pervertiam a palavra divina fazendo-a parecer ridícula. Seus sonhos eram falsos, eles mentiam, enganavam seus ouvintes, e eram irresponsáveis espiritualmente, porque não estavam sujeitos a um caráter positivo. Eles proclamavam o que o povo gostava de ouvir, não o que Deus tinha a lhe dizer, e invariavelmente traziam mensagens que acalmavam as conseqüências e davam uma paz ilusória. 
Parece que eles estavam muitos preocupados com a paz, porque seus interesses mundanos floresceriam melhor em uma situação sem perturbações. Para eles paz era somente a ausência de revoluções ou conflitos sociais, não o triunfo da retidão divina entre as pessoas. 
Longe de serem exemplos de integridade espiritual da Tora a cada momento, enquanto diziam ser porta-vozes de Deus era lealdade absoluta e obediência à vontade e palavra reveladas de Deus. 
Os falsos profetas, em sua espiritualidade ruim, igualmente mal entendiam a maneira de Deus lidar com seu povo. Conseqüentemente seus pronunciamentos eram falsos, porque não tinham captado o caráter condicional das tradições israelitas em relação à aliança, e por isto mal entendiam completamente a situação política da época. 
Os verdadeiros profetas pronunciam concerto aos errantes. A “prostituição” indica a idolatria (Os 1.2), acompanha, aqui, efetivamente, da prostituição sagrada (Dt 23,19). 
A infidelidade ao Senhor, o esposo da nação (Is 54.5; Jr 2.2; Os 2.16), e o culto tributado a outros deuses se expressam aqui com a imagem do adultério e da prostituição (Jr 3.30; 5.3; 17.23; 32.33) e não poderá ser perdoado (Jr 5.1). 
A rebeldia da nação é prostituição. Como ousas dizer: não me profanei, não corri atrás dos ídolos? Observe o teu caminho no Vale, reconhece o que fizeste dromedário nova de ligeiros os pés, que cruza os caminhos, animal que no ardor do cio, sorve o vento e trata, por todos os meios possíveis, de satisfazer a sua sensualidade. Guarda te os teus pés andem desnudos e a tua garganta tenha sede. Mas tu dizes: Não, é inútil; porque amo os estrangeiros e após eles irei. 
Como se envergonha o ladrão quando o apanham assim se envergonham os da casa da nação; eles, os seus reis, os seus príncipes, os seus sacerdotes e os seus profetas, que disseram a um pedaço de madeira: tu és meu pai; e á pedra: tu me geraste. 
Pois me viraram as costas e não o rosto; mas, em vindo à angústia, dizem: levanta-te e livra-nos. 
O pedaço de madeira alude, provavelmente, ao poste sagrado que simboliza a deusa Aserá, mãe de Baal (Jz 3.7). 
A pedra parece ser um eufemismo para designar os pilares que representavam o deus cananeus da fertilidade. 
Onde, pois, estão os teus deuses, que fabricastes para ti? Levantem-se eles, se te podem salvar no tempo da tua desgraça! Porque tão numerosos como as tuas cidades são os teus deuses, ó cidade? Porque pleiteaste comigo? Vós todos vos rebelastes contra mim, oráculo de Iahweh.  
Em vão feri os vossos filhos e eles não aceitaram a lição; vossa espada devorou os vossos profetas, como um leão destruidor. 
Vós, desta geração, vede a palavra de Iahweh: sou Eu deserto para a nação, ou terra tenebrosa? Por que o meu povo diz: “vagueamos, não voltaremos mais a ti”? 
Acaso se esquece a virgem de seus adornos, a noiva de seu cinto? Todavia, o meu povo se esqueceu de mim por dias sem conta. Como dispusestes bem o teu caminho para procurar o amor! 
Por isso, também com os crimes familiarizaste os teus caminhos. Até nas orlas de tua roupa encontra-se o sangue dos cadáveres dos pobres inocentes, não surpreendidos no ato de roubar! 
Mas apesar de tudo isto. A denúncia da injustiça social é um dos temas dominantes da pregação profética (Is 1.17; Os 4.1-3; Am 2.6-8;4.1;5.24). 
Não surpreendidos no ato de roubar: Alusão à cláusula (Êx 22.2-3), que não imputava como delito o ato de matar o ladrão surpreendido durante à noite, no exato momento do roubo. Ainda dizes: estou inocente; certamente, a sua ira se desviou de mim. 
Eis que entrei em juízo contigo, porquanto dizes: não pequei. Que mudar leviano é esse dos teus caminhos? 
Também da nação foram envergonhada, como foste envergonhada com a aliança com outro país. Também daquele saíram de mãos na cabeça; porque o Senhor rejeitou aqueles em quem confiaste, e não teve sorte por meio deles (Jr 2.1-37). 
“Se um homem repudiar a sua mulher, e ela se separa dele e se casa com outro, terá ele, por acaso, direito de voltar a ela novamente? Porventura, não está totalmente profanada esta terra? 
Mas você tem se prostituído com muitos amantes e, agora, quer voltar para mim?” (Jr 3.1). Levanta os teus olhos para os cumes e olha: onde não foste profanado? 
Nos caminhos te assentavas para eles, como o árabe no deserto. Profanaste a terra com tuas prostituições e com tuas maldades. 
As chuvas foram suprimidas, não houve chuvas tardias. 
Mas tu mostravas face de prostituta, recusando envergonhar-te. 
A chuva serôdia ou de primavera cai entre março e abril; a temporã ou de outono, entre outubro e dezembro. Ao reter as chuvas, o Senhor quer dar a entender que é ele, e não o ídolo, que dá fertilidade à terra (Jr 14.22; Os 2.8-9). 
As prostitutas tinham uma marca ou sinal com que as prostitutas se davam a conhecer (Gn 38.14-15). 
Não é fato que agora mesmo tu me invocas, dizendo: Pai meu, tu és o amigo da minha mocidade? Conservarás para sempre a tua ira? Ou a reterás até ao fim? Sim, assim me falas, mas cometes maldade a mais não poder. 
Disse mais o Senhor nos dias do governador: viste o que fez a perfídia nação? Foi a todo monte alto e debaixo de toda árvore frondosa e se deu ali a toda prostituição. 
E, depois de ela ter feito isso, eu pensei que ela voltaria para mim, mas não voltou. A sua perfídia da cidade alienada viu isto. Quando, por causa de tudo isto, por ter cometido adultério, eu despedi a perfídia nação e lhe dei carta de divórcio, vi que ela mesma se foi e se deu à prostituição. 
Ainda que este trágico fim deva ter sido castigo para a cidade, está não aprendeu a lição. E com o seu prostituir-se leviano profanou a terra; ela cometeu adultério com a pedra e com a madeira. Adorou pedras e madeiras. Apesar de tudo isto, a cidade, alienada infiel, não voltou a mim de todo o seu coração, mas apenas de mentira-oráculo de Iahweh. 
Vai prega estas palavras para outro lado e dize volta perfídia nação, diz o Senhor, e não farei cair a minha ira sobre ti, porque eu sou compassivo, diz o Senhor, e não manterei para sempre minha irá (Sl 145.17). 
Tão-somente reconhece a tua iniquidade, reconhece que transgrediste contra o Senhor, teu Deus, e te prostituístes com os estranhos debaixo de toda árvore frondosa e não deste ouvidos à minha voz, diz o Senhor. 
O povo exortado a arrepender-se. Convertei-vos, ó filhos rebeldes, diz o Senhor; porque eu sou o vosso esposo e vos tomarei, um de cada cidade e dois de cada família, e vos levarei a outro lugar da cidade. A nação é do Senhor e não do ídolo! 
A reconciliação com o Senhor terá como conseqüência a reunificação dos reinos em só povo de Deus. 
Dar-vos ei pastores segundo o meu coração, que vos apascentem com conhecimento e com inteligência. 
Sucederá que, quando vos multiplicardes e vos tornardes fecundos na terra, então, diz o Senhor, nunca mais exclamará: a arca da Aliança do Senhor! Ela não lhes virá a mente, não se lembrarão dela nem dela sentirão falta; e não se fará outra (Jr 3.1-16). Arca da aliança se apresenta alternadamente no AT com receptáculo das tábuas da lei (Dt 10.1-5) ou como o trono visível do Deus da nação (1 Sm 4.4; Sl 80.1). 
Em qualquer dos dois casos, era o objeto sagrado que simbolizava a presença do Senhor no meio do povo (Êx 25.10-16, Sl 68.1; Nm 10.33-35). 
No NT onde estiverem dois ou três reunidos no nome dele, o Senhor está presente. E a presença do Senhor fica no templo que é o corpo. Segundo a promessa contida no futuro a arca não fará falta, pois o Senhor mesmo fará sentir a presença sem a mediação de nenhum objeto sagrado (Ap 21.3; 22.5). 
No futuro será substituída pela cidade de Jerusalém, convertida em ponto de reunião de todas as nações (Is 2.2-5: Mq 4.1-3). 
Naquele tempo, chamarão a cidade de Trono do Senhor; nela se reunirão todas as nações em nome do Senhor e já não andarão segundo a dureza do seu coração maligno. 
Naqueles dias, andará a casa da cidade com outra casa, e virão juntas da terra para outra terra que dei em herança a vossos pais. E eu dizia: como te situarei entre os filhos? 
Dar-te-ei uma terra agradável, a herança mais preciosa das nações. E eu dizia: vós me chamareis “Meu Pai”, e não vos afastarei de mim. 
Mas como a mulher que trai o seu companheiro, assim vós me traístes, casa da nação, oráculo de Iahweh. 
Um grito foi ouvido sobre os montes: as lágrimas e as súplicas dos filhos da nação; porque perverteram o seu caminho, esqueceram Iahweh, o seu Deus. 
Voltai filhos rebeldes, curar-vos-ei de vossas rebeliões! Eis que voltamos a ti, pois tu és Iahweh, nosso Deus. 
Na verdade, os outeiros não passam de ilusão, nem as orgias das montanhas; com efeito, no Senhor, nosso Deus, está a salvação da nação. 
A vergonha devorou o fruto do trabalho de nossos pais desde a nossa juventude: as suas ovelhas, as suas vacas, os seus filhos e as suas filhas. 
Deitemos-nos em nossa vergonha, cubra-nos a nossa confusão! Pois pecamos contra Iahweh nosso Deus, nós e os nossos pais, desde nossa juventude e até o dia de hoje, e não obedecemos a Iahweh nosso Deus (Jr 3.1-25). 
Ezequiel recebeu instruções para “representar” o cerco de Jerusalém, que se aproximou em 587 a.C; 2 Rs 24.20-25.21; Jr 52.14-11). 
Num tijolo de barro ele desenhou uma figura de Jerusalém, construiu fortificações (torres), ligou à cidade por trincheiras, dispôs ao seu redor arraiais (soldados) para cercá-la. 
A cidade e a impossibilidade de escape estavam representadas pelo muro de ferro que Ezequiel colocou entre si e a maquete. 
Ao se deitar sobre o seu lado esquerdo (Ez 4.1-4). Ezequiel ilustrava o pecado do reino do Norte, Israel, quando se deitava sobre o seu lado direito, a iniquidade do reino do Sul, Judá, a versão grega no AT é “190 dias". 
Ezequiel profetiza contra quem estiveram com a vida rotineira amarrada. 
Ezequiel era sagrado e comia pão tudo preparado pelo Senhor. 
De tempo em tempo Ezequiel teve comida. Também bebeu água de tempo em tempo. Ezequiel era sagrado e não comia coisas impuras. Disse o Senhor: que o profano, ou seja, impuro desobediente come coisas impuras entre as nações que os lancei! 
Ezequiel não contaminou com animal morto e nem esterco de gente (Ez 4.1-14). A palavra contaminar vem do hebraico “lag-gaal e significa poluir, manchar, profanar refere-se ao impuro”. 
O limpo e o imundo era uma das funções que a legislação do AT atribuía aos sacerdotes (Lv 10.10; Ez 44.23;22.26). Os sacerdotes tem a cultura diferente da cultura pagã. 
Todos os cristãos são sacerdotes para Deus (Ap 1.6) e constituem sacerdócio real (1 Pe 2.9). Ser sacerdote, o cristão há de oferecer a si mesmo ao Senhor (Rm 12.1). 
Jesus ensinou que a impureza não está no alimento, mas no interior do impuro (Mc 7.1-23). 
O profano é impuro interiormente. Sagrado é limpo interiormente e Jesus nos purifica de todo os pecados (1 Jo 1.7). Ele nos santifica (Hb 9.13-14). 
“O povo comeu com angustia, e bebeu apavorado a sua água. Com efeito a comida e a água faltaram; todos ficaram pasmados na presença uns dos outros e definharam em virtude da sua falta”. Ezequiel tomou uma espada afiada raspou, a cabeça que representa a cidade destruída; outra parte morreria na batalha; outra parte seria como que soprada para o cativeiro; um remanescente fiel. 
Entre os antigos hebreus, o ato de se raspar os cabelos e a barba era sinal de luto e de grande aflição (Jr 16.6). 
E os cabelos atarás nas abas da tua veste: este ato simbólico antecipa a ideia do remanescente ou “resto”, tema que se repetirá (Ez 6.8-10; 11.13;12.16;14.22-23). 
Destes alguns atiraram fogo que significa castigo; e os queimaram toda a casa da nação. Assim diz o Senhor Iahweh foi esta cidade que coloquei diante dos povos em torno dela as nações. Mas ela se rebelou contra as minhas normas, com uma perversidade maior do que os outros povos, e contra os meus estatutos, mais do que as nações que estão em torno dela. 
Com efeito, os seus habitantes rejeitaram as minhas normas e não andaram nos meus estatutos. 
Eis por que, assim diz o Senhor Iahweh, visto ser o vosso tumulto pior do que o dos povos que vos cercaram, visto não andardes nos meus estatutos e não observardes as minhas normas, nem mesmo observardes as minhas normas dos povos que vos cercam, eis o que diz o Senhor Iahweh: também eu me coloquei contra ti; executei os meus julgamentos no meio de ti, aos olhos das nações. 
Farei no meio de ti o que nunca fiz, e como não tornarei a fazer, isto por causa de todas as abominações. Por esta razão os pais devoraram os filhos, no meio de ti, e os filhos devoraram os vossos pais. Assim executei contra ti os meus julgamentos e espalhei para todos os ventos o que restar de ti. 
Eis porque-por minha vida, oráculo do Senhor Iahweh - visto que profanaste o meu santuário com todos os ritos detestáveis e com todas as abominações, também eu te rejeitei; também eu não te pouparei. 
No NT a profanação é destruir a si próprio pecando no templo de Deus onde habita o Espírito Santo. 
O NT adverte os crentes, contra este mesmo pecado terrível. 
Apóstolo Paulo declara: “se alguém destruir o templo de Deus, Ele o destruirá” (1 Co 3.17). Nesta passagem o templo é uma Igreja local ou um grupo de Igrejas. 
Uma pessoa profana a Igreja de Deus quando a esta pertence participando dos cultos com pecados. 
A terça parte dos teus habitantes morrera pela peste e pereceu de fome no meio de ti; outra terça parte caiu à espada em torno de ti, outra terça parte a espalhei a todos os ventos e desembainhei a espada atrás deles. Assim se cumpriu a minha ira, saciei a minha cólera neles e fiquei satisfeito. 
Então souberam que eu Iahweh, falei no meu zelo, cumprindo a minha ira contra eles. Quando abandonaram a Deus para confiar nas suas maquinações ou nos deuses de outras nações, Deus ficou irado com eles. O amor de Deus para com o seu povo e o seu desejo de que confiassem nele continuou a ser o fundamento da sua ira. 
No caso da nação foram necessárias calamidades após calamidades-pestes-fomes, morte e exílio para que se arrependessem dos peados. Reduzir-te-ei a ruína, objeto de ludíbrio e de insultos, advertência e motivo de horror para as nações que te cercam, ao cumprir eu em ti os meus julgamentos, com cólera e com ira, e com castigos terríveis. 
Eu, Iahweh, o disse. Atirando contra eles as flechas malignas da fome, com efeito, atirá-las-ei para a vossa destruição e acrescentarei ainda a fome, reduzir-te-ei a vossa reserva de comida. Sim, atirei a fome e animais ferozes que vos desfilharam; a peste e o sangue passaram pelo meio de ti; trouxe a espada contra ti. 
Eu, Iahweh, o disse (Ez 5.4-17). As abominações da cidade. 
Veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: (Ez 22.1) tu, pois, ó filho do homem, acaso, julgarás a cidade sanguinária? Faze-lhe conhecer, pois, todas as suas abominações e dize: assim diz o Senhor Deus: ai da cidade que derrama sangue no meio de si, para que venha o seu tempo, e que faz ídolos contra si mesmos, para se contaminar! Pelo teu sangue, por ti mesmo derramado, tu te fizeste culpada e pelos teus ídolos, por ti mesmos fabricados, tu te contaminaste e fizeste chegar o dia do teu julgamento e o término de teus anos; por isso, eu te fiz objeto de opróbrio das nações e de escárnio de todas as terras. 
As que estão perto de ti e as que estão longe escarnecerão de ti, ó infamada, cheia de inquietação. 
Eis que os príncipes da nação, cada um segundo o seu poder, nada mais intentam, senão derramar sangue. No meio de ti, desprezam o pai e a mãe, praticam extorsões contra o estrangeiro e são injustos para com o órfão e a viúva (Êx 20.12; Lv 19.3; Dt 5.16; 27.16; Êx 22.21-22; Dt 24.17). 
Desprezaste as minhas coisas santas e profanaste os meus sábados (Lv 19.30; 26.2). Homens caluniadores se acham no meio de ti, para derramarem sangue; no meio de ti, comem carne sacrificada nos montes e cometem perversidade. No teu meio, descobrem a vergonha de seu pai e abusam da mulher no prazo da sua menstruação (Lv 18.7-20). 
Um comete abominação com a mulher do seu próximo, outro contamina torpemente a sua nora, e outro humilha no meio de ti a sua irmã, filha de seu pai. No meio de ti, aceitem subornos para se derramar sangue; usura e lucros tomaram, extorquindo-o; exploraste o teu próximo com extorsão; mas de mim te esqueceste, diz o Senhor Deus (Êx 23.8; Dt 16.19; Êx 22.25; Lv 25.36-37; Dt 23.19). 
Eis que bato as minhas palmas com furor contra a exploração que praticaste e por causa da tua culpa de sangue, que há no meio de ti. Estará firme o teu coração? Estarão fortes as tuas mãos, nos dias em que eu vier a tratar contigo? Eu, o Senhor, o disse e o farei. Espalhei entre as nações, e te dispersarei em outras terras, e porei termo à tua imundícia (Lv 26.33). 
Foi profanada em ti mesma, à vista das nações, e saberás que eu sou o Senhor. 
Veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: filho do homem, a casa de Israel se tornou para mim em escória; todos eles são cobre, estanho, ferro e chumbo no meio do forno; em escória de prata se tornaram. 
Portanto, assim diz o Senhor Deus: pois todos vós tornastes em escória, eis que vos ajuntarei no meio da cidade. Como se ajuntam a prata, e o cobre, e o ferro, e o chumbo, e o estanho no meio do forno, para assoprar o fogo sobre eles, a fim de se fundirem, assim vos ajuntei na minha ira e no meu furor, e ali vos deixei fundir. Congregar-vos-ei e assoprei sobre vós o fogo do meu furor; e foram fundidos no meio da cidade. Como se funde a prata no meio do forno, assim foram fundidos no meio dela; e sabereis que eu, o Senhor, derramai o meu furor sobre vós. 
Veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: Filho do homem, dize-lhe: “tu és terra que não está purificada e que não tem chuva no dia da indignação”. 
Conspiração dos seus profetas há no meio dela; como um leão que ruge, que arrebata a presa, assim eles devoram as almas; tesouros e coisas preciosas tomam, multiplicam as suas viúvas no meio dela. Os seus sacerdotes transgridem a minha lei e profanam as minhas coisas santas; entre o santo e o profano, não fazem diferença, nem discernem o imundo do limpo e dos meus sábados escondem os olhos; e assim, sou profanado no meio deles. 
Os seus príncipes no meio dela são como lobos que arrebatam a presa para derramarem o sangue, para destruírem as almas e ganharem lucro desonesto. 
Seus profetas lhes encobrem isso com cal por visões falsas, predizendo mentiras e dizendo: assim diz o Senhor Deus, sem que o Senhor tenha falado. Contra o povo da terra praticam extorsão, andam roubando, fazem violência ao aflito e ao necessitado e ao estrangeiro oprimem sem razão. 
Busquei entre eles um homem que tapasse o muro e se colocasse na brecha perante mim, a favor desta terra, para que eu não a destruísse; mas a ninguém achei. 
Por isso, eu derramei sobre eles a minha indignação, com o fogo do meu furor os consumi; fiz cair-lhes sobre a cabeça o castigo do seu procedimento, diz o Senhor Deus (Ez 22.1-31). 
O casamento de Oséias, símbolo da infidelidade da nação. Oséias significa (Deus salva) e Gomer é a prostituta representa a nação prostituta, e Iahweh quer salvar a nação e relacionar com os infiéis idolatras, que se prostituiu espiritualmente e o povo têm filhos de prostituição infiéis a Deus e a terra se prostituiu, desviando-se do Senhor (Os 1.2). 
No AT o amor de Deus é celebrado ao escolher a nação (Dt 7.12-13) e se explica com ternura (Os 1.6-7; 3.1). No NT é dito que Deus é amor (1 Jo 4.16). E Paulo destaca o amor de Deus pelos sacerdotes manifestou na morte sacrificial de Jesus. 
Os rituais dedicados aos ídolos ou deuses da fertilidade (Jz 2.13) incluí relações sexuais com prostitutas sacerdotisas das divindades. A palavra prostituição no livro de Oséias, refere-se algumas vezes à imoralidade sexual e, outras em sentido figurada a infidelidade do povo ao seu Deus (Os 5.3; 6.10.9.1). 
Deus chama os filhos de Jezreel que quer dizer: Deus dispersará pois o povo seria dispersos para outras terras por de infidelidade o outro filho do Gomer é Lo-Ruamá (Lo: não “ruama: miséricordia pois Deus não tem misericórdia da casa da nacão. 
O poderio militar foi destruído. 
E Desfavorecida: Hebr. Lo-Ruama. Esse nome anuncia ao povo dessa nação que a compaixão paternal de Deus foi tirada dele por algum tempo. 
A casa de Deus compadeço e os salvo pelo Senhor seu Deus pois não os salvo pelo poderio militar, nem pela destruição , nem pela guerra, nem pelos cavalos, nem pelos cavaleiros. 
Depois de haver crescido a Desfavorecida o povo que havia cessado de nascer e crescer tem outro nome: não meu povo: hebraico. Lo-Ami. A linguagem usada neste evoca a aliança de Deus com a nação (Ex 6.7; Lv 26.12; Dt 26.17-19;cf. Jr 7.23; 11.4;31.33). 
A aliança se rompera e que o Senhor rejeita a nação, porque já não reconhecia nele a conduta própria de um filho (Os 2.1; 11.1). Os filhos do Deus vivo. 
Nação, na sua condição de filho. deve ao lealdade completa (Dt 4.10) já que, ao contrário dos baalins, que não são deuses, mas ídolos ou nada (Dt 32.17-21; Is 40.18-20; 44.9-20; Jr 10.1-11; Rm 9.25-26) o Senhor é o Deus vivo (Js 3.10; Sl 42.2; 84.2). 
Nesse tempo os povos da nação se unirão e terão um só líder; os povos voltarão juntos do exílio. E que dia será aquele? O dia em que Deus plantar o seu povo no solo fértil de sua terra mais uma vez. 
A infidelidade do povo e a fidelidade de Deus. 
Repreendei o vosso povo, repreendei a, para se relacionar com Deus afastando da infidelidade a Deus (Os 2.2). 
Dizei aos vossos irmãos: “meu povo”, e às vossas irmãs: “Amada”. Repreendei vossa mãe: A figuras da mãe representa simbolicamente todo o povo da nação os filhos (Os 2.4; 4.5). 
Pois o povo infiel aquele que nasceu e houve desonestidade porque disse: irei atrás dos meus deuses que me dão a minha comida, e a minha água, a minha lã, e o meu linho, o meu óleo, e as minhas bebidas. 
Esses ídolos ou imagens de Baal e o que eles representavam o trigo, o vinho e o óleo, isto é, o bem estar e a segurança que levavam às pessoas a esquecerem do Senhor (Jr .23-25; 3.1-2; Os 4.12-14; 9.1). Sem deixarem de adorar o Senhor também prestavam culto a Baal, porque pensavam que dele vinham as chuvas a fertilidade do solo e a fecundidade do gado. 
Contra essa falsa crença, Oséias (Deus salva) em mostrar que é o Senhor é o único dispensador de todos esses bens. 
O povo, pois, não soube que eu lhe dei as plantas e outras coisas e lhe prosperarei de minério que eles usarão para os ídolos. 
A nação entendeu equivocadamente que essa prosperidade era um dom dos deuses da fertilidade. 
Agora descobri as suas vergonhas, aos olhos dos seus deuses, e ninguém a livra da minha mão. Fiz cessar todo o seu gozo, as suas festas, os seus dias e todas as solenidades. As solenidades ou festas anuais (Êx 23.14-19; 34.18), as Festas de lua nova ou festas do começo do mês (Nm 28.11-15) e a celebração dos sábados (Êx 20.8-11; 23.12) haviam sido contaminado com rituais característicos do culto aos ídolos e por causa disso é inaceitáveis ao Senhor (Is 1.12-15; Am 5.21-23; 8.5). 
Devastei as plantações, diz o povo: está é a paga que me deram os deuses, eu, pois, fiz deles um bosque, e as bestas feras do campo as devoraram. 
Castiguei pelos dias dos baalins, nos quais lhes queimou incenso. Enfeitava-se com o seu anel e seu colar, mas de mim ela se esquecia! 
Oráculo de Iahweh. Deus quer acabar com o culto pagão, e ser chamado de marido. Da sua boca tirarei os nomes dos baalins ídolos, e não, mas se lembrará desse nome. Portanto, eis que eu a atrai, e a levei para o deserto e lhe falei ao coração. 
Naquele dia, farei a favor dela aliança com as bestas feras do campo, e com as aves do céu, e com répteis da terra; e tirarei desta a destruição militar, guerra e farei o meu povo repousar em segurança. 
Não se trata apenas de acabar com os baalins, mas também de começar um novo relacionamento com o Senhor, fundado no amor. A restauração da nação inclui uma aliança com o futuro reinado do Messias (Is 9.5-6; 65.25; Zc 9.9-10; Mc 1.3). 
Desposar-te-ei comigo para sempre; desposar-te-ei comigo em justiça, e em juízo, e em benignidade, e em misericórdias. Misericórdia é a palavra hebraica, hesed, usada cerca de 250 vezes no AT, e traduzido principalmente por “misericórdia”. ARA Significa amor leal, firme e fiel, e enfatiza a posse mútua de duas pessoas envolvidas num relacionamento de amor. Aqui ele indica o amor fiel de Deus para com o seu povo infiel (Os 4.1; 6.4; 10.12; 12.6; Jl 2.13; Jn 2.8; Mq 6.8; 7.18-20; Zc 7.9). 
No AT a comunhão, a libertação a capacitação, a iluminação, a direção, o perdão, a esperança, o louvor e a preservação estavam baseado no hesed de Deus; desposar-te-ei comigo em fidelidade, e conhecerás ao Senhor. Naquele dia, eu responderei - oráculo de Iahweh- eu responderei ao céu e ele responderá à terra. 
A terra responderá as plantações e eles responderão a Jezrael. 
Eu a semearei para mim na terra, amarei a Lo-Ruahamah e direi a Lo-Ammi: “tu és meu povo”, e ele dirá: “meu Deus” (Os 2.1-23). 
Disse me Iahweh: “vai novamente, ama uma mulher amada por outro e que comete adultério, como Iahweh ama as pessoas, embora estes se voltem para os deuses estrangeiros e gostem dos bolos de passa”. 
Oséias pagou um preço de regaste pela mulher e poderia equivaler ao que se paga por uma esposa (Gn 34.12; Êx 22.17) ou por uma escreva (Êx 21.32). 
No NT Deus enviou Jesus que pagou o preço na cruz para salvar do pecado da idolatria. 
O castigo pela idolatria consistiu em privar a nação das instituições políticas e religiosas, e tornarão a buscar ao Senhor, seu Deus, e ao governador, e nos últimos dias, tremendo, se aproximarão do Senhor e da sua bondade (Os 3.1-5).  
Os bolos de passas ou de uvas secas eram oferecidas no culto aos deuses da fertilidade (Jr 7.18). 
Oséias amou e ainda ama, mas que o traiu e continua a traí-lo. 
A magnanimidade do profeta para com a infiel é símbolo do amor perseverante de Iahweh por seu povo. 
Corrupção geral - ouvi a palavra de Iahweh, pessoas, pois Iahweh abrirá um processo contra os habitantes da terra, porque não há fidelidade nem amor, nem conhecimento de Deus na terra (Os 4.1). O conhecimento com Deus é ter a vida salva reta de qualidade e ter conhecimento dos cumprimentos das promessas. Conhecer o Senhor significa tomar parte da sua aliança, observar os seus mandamentos e reconhecer que é Ele, e não o ídolo, que dá frutos na terra (Sl 1.6). 
A aliança do Senhor com a nação incluía a obrigação de observar a lei; a sua transgressão demandava o castigo correspondente (Êx 19.5; Os 8.1). 
Daí que a linguagem utilizada nos pleitos judiciais era particularmente apropriada para denunciar os culpados e pronunciar a sentença condenatória (Is 3.13; Jr 2.9; 25.31; Mq 6.2). 
Os presidiários são condenados pelos pecados. Mas perjúrio e mentira, assassínio e roubo, adultério e violência, e o sangue derramado soma-se ao sangue derramado. 
Oséias denuncia os pecados da nação referindo-se expressamente aos mandamentos do Decálogo (Êx 20.-1-17; Dt 5.1-21): perjurar (Êx 20.7), mentir (Êx 20.16), matar Êx 20.13), furtar (Êx 20.15), adulterar (Êx 20.14). Tem no país é o contraste da vontade do Senhor. 
Por isso a terra se lamentou, desfaleceram todos os seus habitantes e desapareceram os animais dos campos, as aves dos céus e até os peixes do mar. Sim, que ninguém abra um processo e que ninguém julgue! 
Pois, na realidade, o meu processo é contra ti, ó sacerdote! Tropeçou de dia, e contigo tropeçou, de noite, também, também o profeta: fiz perecer a sua mãe. 
Os profetas que dirigiam o culto junto com os sacerdotes. Tanto estes como aqueles têm faltado com responsabilidade de ensinar ao povo o caminho do Senhor (Jr 5. 31;14. 14; Os 4. 6). 
O meu povo foi destruído por falta de conhecimento. Porque tu rejeitaste o conhecimento, eu te rejeitei do meu sacerdócio; porque esqueceste o ensinamento de teu Deus, eu também me esqueci dos teus filhos. 
Sacerdotes não tinham somente a responsabilidade de oferecer os sacrifícios, mas também a de instruir o povo sobre as exigências da aliança (Dt 33.10; Ml 2.6-8; Is 1.10).
Quanto mais se multiplicaram, tanto mais contra mim pecaram; eu mudei a sua honra em vergonha. Eles se alimentam dos pecados do meu povo e anseiam por sua falta. Como ao povo, assim aconteceu ao sacerdote: eu o castiguei por seu procedimento e fiz recair sobre ele as suas obras. 
Comeram, mas não se fartarão; entregaram à sensualidade, mas não se multiplicaram, porque ao Senhor deixaram de adorar. 
A sensualidade, bebida alcoólica, tira o entendimento (Pv 26. 9; Is 28.7). 
O meu povo consultou pedaços de madeiras e pedras, e a sua vara lhe dá resposta; porque um espírito de prostituição os enganou, eles, prostituindo se, abandonaram o seu Deus. 
Os postes ou árvores plantadas em representação da deusa Astarote (Dt 16.21; Jz 2.13). 
Nos cimos dos montes ofereceram sacrifícios, e sobre as colinas queimaram incenso, debaixo do carvalho, do choupo e do terebinto, pois a sua sombra é boa. Por isso as vossas filhas se prostituíram e as vossas noras cometem adultério. 
Os santuários do ídolo eram instalados em lugares altos, como montes e colinas, e costumavam estar cercados por algum bosque de árvores frondosas (Dt 12.2; 1 Rs 3.2; 14.23; Jr 2.20). 
Não castiguei as vossas filhas porque se prostituíram, nem as vossas noras porque cometeram adultério, pois eles próprios afastam-se com as prostitutas e sacrificam com as hierodulas. 
Não peques usando o nome de Deus em vão (Ex 20.7) no Bete-Áven, em hebraico, significa casa de iniquidade. 
Oséias aplica esse qualificativo, de forma depreciativa, a Betel, cujo nome significa casa de Deus e era, por sua vez, um importante santuário da nação (1 Rs 12.28-30; Os 5.8; 10.5; Am 4.4; 5.5). 
Sim, nação é rebelde como uma novilha indomável. Agora deverá Iahweh apascentá-los como um cordeiro em campo aberto? 
A cidade aliou-se aos ídolos. Deixa-o! 
Terminada a bebedeira, entregaram-se à prostituição; seus chefes preferiram a ignomínia. Seus chefes lit.: “seus escudos”; são os defensores, os reis (Sl 47.10; 84.10; 89.19). 
Um vento os envolverá em suas asas, e eles terão vergonha de seus sacrifícios (Os 4.1-19). 
Os gafanhotos devastaram os vegetais. Palavra de Iahweh que foi dirigida a Joel, filho de Petuel (Joel 1.1). 
Ouvi isto, anciãos, escutai, vós, todos os habitantes da terra! Sucedeu, acaso, tal coisa em nossos dias, ou nos dias de vossos pais? Os anciãos são pessoas de idade que eram reconhecidas como chefes nos seus respectivos clãs e tribos. 
Depois, a palavra passou um título para os que estavam constituídos como autoridade e eram responsáveis pela execução da justiça (Dt 19.12; 21.1-9; 25.7-8). 
A menção aos velhos poderia conter a referência à idade, pois nem eles, apesar dos seus muitos, haviam presenciado uma calamidade tão terrível. 
Contai-o a vossos filhos, vossos filhos a seus filhos, e seus filhos à geração seguinte. Sirva de juízo e advertência as gerações futuras. O que deixou o gafanhoto cortador, comeu-o o gafanhoto migrador; o que deixou o migrador, comeu-o gafanhoto devorador, o que deixou o deixou o devorador, comeu-o o gafanhoto destruidor. Despertai, vós bêbados, e chorai! Lamentai-vos, todos os bebedores de vinho, por causa do mosto, pois ele é arrancado de vossa boca! Porque um povo subiu contra a minha terra, poderoso e inumerável: seus dentes são dentes de leão, ele tem mandíbulas de leoa. 
O gafanhoto é um exército forte e numeroso (Pv 30.27). 
No NT os gafanhotos simbolizam os demônios. Ele transformaram a minha vinha em um deserto, e a minha figueira em pedaços; descansou-a completamente e a abateu, seus ramos tornaram-se brancos! Lamenta-te como uma virgem, vestida de saco, sobre o esposo de sua juventude. Roupas feita de pelo de camelo ou de cabra e utilizadas para mostrar a dor pelo pecado cometido (2 Sm 3.31; 2 Rs 6.30; Jr 4.8). 
Oblação e libação foram suprimidas da casa de Iahweh. 
O campo está devastado, a terra está de luto, porque o grão está devastado, o mosto falta, o óleo seca. Uma seca grandes proporções agrava ainda mais a catástrofe. A seca e as pragas de gafanhotos costumam ocorrer simultaneamente (1 Rs 8.35-37; 2 Cr 6.26; Am 4.6-9). 
Envergonhai-vos, agricultores, lamentai-vos, viticultores, por causa do trigo e da cevada, pois a colheita do campo está perdida. 
A plantação está seca e a figueira está murcha; romãzeira, tamareira, macieira, todas as árvores do campo secaram. Sim, a alegria falta do meio dos homens. Cingi-vos e lamentai-vos, sacerdotes, chorai ministros do altar! Vinde passai a noite vestidos de saco, ministros do meu Deus! Porque foram afastados da casa de vosso Deus a oblação e a libação. 
A oblação (Lv 2) e a libação em produtos da terra:farinha, vinho, óleo (Ex 29, 38-42; Nm 28,3-8). O vinho, o trigo e as oliveiras (de cujo fruto-azeitona-é feito o azeite (Lv 6.14-17; 24.1-9).
Na sua situação descrita pelo profeta, a perda das colheitas havia sido total, a ponto de terem que ser interrompidos os sacrifícios diários (Dn 8.11; 11.31; 12.11). 
Ordenai um jejum, convocai uma assembléia, reuni os anciãos, todos os habitantes da terra, na casa de Iahweh vosso Deus, e clamai a Iahweh: (Is 58.1,12; Jn 3.3-9). O jejum é abstinências de alimentos. 
A observância do jejum deve ser feita nas situações de calamidades públicas (2 Sm 1.12), em aflições da Igreja (Lc 5.33-35), em aflições alheias (Sl 35.13), em aflições pessoais (2 Sm 12.16), em aproximação de perigos (Et 4.16), em ordenação de ministros de Deus (At 13.3;14.23). 
Ai! Que dia! Sim, chegou o dia de Iahweh, ele chegou como uma devastação vinda de Shaddai. 
Não desapareceu o alimento aos nossos olhos a alegria e o júbilo da casa de nosso Deus? Os grãos ressecaram sob as glebas, os silos foram devastados, os celeiros demolidos, porque falta o trigo. Glebas é terrenos próprios de cultura. Como geme o gado! 
Os rebanhos de bois andam errantes, porque não há pasto para eles. Até mesmo os rebanhos de ovelhas padecem. 
A ti, Iahweh, eu clamo, porque o fogo devorou as pastagens da estepe e a chama consumiu todas as árvores do campo.  Até mesmo os animais selvagens gritam a ti, porque secaram os ribeiros e o fogo devorou as pastagens da estepe (Jl 1.1-20). 
Tocai a trombeta na cidade, daí alarme! 
Tremam todos os habitantes da terra, porque está próximo o dia de Iahweh! Sim, está próximo (Joel 2.1). 
O toque da trombeta ou da corneta anuncia o castigo da nação (Is 18.3; Os 8,1; Jr 4,5; 6.1), e a vinda do dia da ira (Jl 2,1; Sf 1,16; Ap 8.6-21). 
Serve também para convocar as assembleias religiosas (Nm 10.2-10; Jl 2,15); ele dará, pois o sinal da grande reunião dos eleitos no último dia (Is 27.13; 1 Ts 4.16-17; 1 Cor 15.52). 
Um dia de trevas e escuridão, um dia de nuvens e obscuridade! Como a aurora espalha-se sobre as montanhas um povo numeroso e poderoso, não existiu jamais outro como ele, e nem tornará a existir, depois dele, de geração em geração. 
As nuvens de gafanhotos que obscureceram os céus (Ap 9.2). 
A aurora invadiu rápido com reflexo vermelhados das nuvens de gafanhotos sob o sol.  
Diante dele o fogo devora atrás dele a chama consome. 
Antes dele, a terra era como um jardim de Éden, depois dele é um deserto desolado! Nada lhe escapa! Seu aspecto é como o de cavalos, galopam como ginetes.
A comparação dos gafanhotos com os cavalos galopam é carreira mais rápida de alguns animais, em especial do cavalo, corrida veloz, galopada.  É como o ruído de carros de guerra, que saltam sobre os cumes das montanhas, como o crepitar do fogo, que devora o restolho, como um povo poderoso, preparado para a batalha. 
Diante dele os povos tremem de medo, todas as faces perdem sua cor. Perdem sua cor vermelhados ou ruborizadas. 
Como heróis eles avançaram como guerreiros escalaram, a muralha. 
Cada qual seguiram o seu caminho, sem afastar de sua rota. As pragas dos gafanhotos foram uma invasão na cidade. 
Ninguém empurra o seu vizinho, cada qual seguiram a sua via; por entre os dardos eles se lançam, sem romper a fila. 
Assaltam a cidade, correm sobre a muralha, escalam as casas e entram, como ladrões, pelas janelas. 
Diante dele a terra se comove, os céus tremem, o sol e a lua escurecem, e as estrelas perdem o seu brilho! 
Iahweh levantou a sua voz diante do seu exército! Sim, seu acampamento é muito grande, o executor de sua palavra é poderoso. 
Sim, o dia de Iahweh é grande, extremamente terrível! Quem podia suportá-lo? 
Agora, portanto oráculo de Iahweh - retornai a mim de todo o vosso coração, com jejum, com lágrimas e gritos de luto. 
Rasgai os vossos corações, e não as vossas roupas, retornai a Iahweh, vosso Deus, porque ele é bondoso e misericordioso, lento para ira e cheio de amor, e se compadece da desgraça. 
Rasgai o vosso coração, e não vossas vestes era um sinal de dor e de luto (Gn 37.29-34). 
Quem sabe? Talvez ele volte atrás, se arrependa e deixe atrás de si mesmo uma bênção, oblação e libação para Iahweh, vosso Deus. 
O arrependimento humano coloca a sua esperança na misericórdia e compaixão de Deus (2 Sm 12.22; Lm 3.29). 
Tocai a trombeta na cidade, proclamai uma reunião sagrada! Reuni o povo, convocai a comunidade, congregai os anciãos, reuni os jovens e os lactentes!
Que o esposo saia de seu quarto e a esposa de seu aposento! Ordenai e convocai literalmente “santificai”. 
Entre o pórtico e o altar chorem os sacerdotes, ministros de “Iahweh, tem piedade do teu povo! Não entregues à vergonha a tua herança, para que as nações zombam deles! Porque dirão entre os povos: onde está o seu Deus?”.  Entre o pórtico e o altar: isto é, entre a fachada do edifício do templo (1 Rs 6.3) e o altar de bronze situado no átrio, onde se ofereciam os sacrifícios (1 Rs 8.64; 2 Cr 4.1-9; 8.12; Ez 8.16; 40.48-49; Mt 23.35; Lc 11.51). 
Os sacerdotes oravam em voltados para o santuário. Iahweh encheu-se de ciúme por sua terra e teve piedade de seu povo. Iahweh respondeu e disse a seu povo: “eis que vos envio trigo, vinho e óleo. Saciar-vos-eis deles. 
Não mais farei de vós uma vergonha entre as nações.  
Afastarei de vós aquela praga de gafanhotos, eu removerei para longe de vós, lança-lo ei em uma terra seca e deserta; lançarei a sua vanguarda, para o mar oriental, subirá o seu mau cheiro, e subirá a sua podridão; porque agiu poderosamente. 
Muitas das invasões à Palestina aconteceram pelo Norte. Por isso, esta expressão sugeria a ideia de calamidade e destruição (Jr 1.14-15; 4.6; 6.1; Ez 38.6; 39.2). 
Não temas, ó terra, regozija-te e alegra-te, porque o Senhor faz grandes coisas. Não temais, animais do campo, porque o arvoredo dará o seu fruto, a figueira e a vide produzirão com vigor. 
Alegrai-vos, pois filhos, regozijai-vos no Senhor, vosso Deus, porque ele vos dará em justa medida a chuva; fará descer, como outrora, a chuva temporã e a serôdia. A chuva temporã começava em outubro - novembro, pouco antes da semeadura; a serôdia, em marco-abril, quando já estavam amadurecendo as colheitas. 
As eiras se encheram de trigo, as tinas transbordarão de vinho e de óleo novo. 
“Eu vos devolverei os anos que o gafanhoto devorou, os migrador, destruidor, cortador, o meu grande exército que enviei contra vós outros. 
Comereis abundantemente, e vos fartareis, e louvareis o nome do Senhor, vosso Deus, que se houve maravilhosamente convosco; e o meu povo jamais será envergonhado. E sabereis que eu estou no meio da nação, eu, Iahweh, vosso Deus, e não outro! Meu povo não se envergonhará nunca mais (Ap 9.2-27). 
Depois disto, derramarei o meu espírito sobre toda a carne. Vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos anciãos terão sonhos, vossos jovens terão visões (Jl 3.1). 
O Espírito de Deus é derramado sobre todos, sem distinção de classes, conforme o desejo de Moisés (Nm 11.29). Este é, ao mesmo tempo, o espírito da profecia, caracterizado aqui pelos sonhos e pelas visões (Nm 12.6), e a causa da renovação interior (Ez 11.19-20; 36-27). 
Até sobre os escravos e sobre as escravas, naqueles dias, derramarei o meu espírito. 
Porei sinais nos céus e na terra, sangue, fogo e colunas de fumaça (Joel 3. 3). 
Anunciadores do juízo final, no Dia de Iahweh (Jl 1.15; 2.1-2.10; Am 8.9). 
O sol se transformará em trevas, a lua em sangue, antes que chegue o dia de Iahweh, grande e terrível! 
Então, todo aquele que invocar o nome de Iahweh, será salvo. Porque na cidade haverá ilesos como Iahweh falou entre os sobreviventes que Iahweh chama (Jl 3.1-5). 
Ouvi esta palavra vacas de Basã, que estais sobre a cidade, que oprimis os fracos, esmagais os indigentes e dizeis aos vossos maridos: “trazei-nos o que beber!” (Am 4.1) Basã, Transjordânia, era célebre por suas pastagens e seus rebanhos (Dt 3.1; Sl 22.13), outros de Basã são símbolo de gozação das mulheres da cidade. 
O Senhor Iahweh jurou por sua santidade: sim, eis que viram dias sobre vós, em que vos carregarão com ganchos, e, o que sobrar de vós, com arpões. 
Ele colocará ganchos em suas narinas e as levará para longe de sua terra como se leva o gado. Todas vocês, até o último, serão levados embora, arrastados, presos por anzóis. Vocês serão arrancados de suas belas casas e empurrados para fora da cidade pela brecha mais próxima das muralhas. 
Andem, continuem sacrificando aos ídolos em Betel e em Gilgal. Continuem desobedecendo; os seus pecados se amontoam. Gilgal (circulo de pedras) O primeiro lugar da palestina onde Israel acampou depois de cruzar o Jordão (Js 4.19-20). 
Ali, restaurou Josué o antigo rito hebraico da circuncisão (Js 5.2-9). O altar de pedras erigido como memorial chegou a ser um santuário pagão (Os 4.15; Am 4.4). 
A oferta do dízimo (Dt 14.22), é costume religioso muito antigo; em Betel, sua origem era relacionada com Jacó (Gn 28.22). 
Os dízimos e ofertas são “assim que gostais” é destinada a frisar que os peregrinos ofereçam sacrifícios a seu próprio modo e tragam ofertas especiais. 
Isso os deixa muito orgulhosos e vocês contam tudo aos quatros ventos! 
O pecado é idolatria é oferecer a vida aos ídolos, ao invés, de oferecer a vida a Deus (Rm 12.1), e também recusar obedecer a vontade divina, o ardor de celebrá-lo no culto (Am 5.21). 
Sobre Betel (Gn 12,8; 1 Rs 12,28-13,10; Js 4.19). 
Eu mesmo vos dei dentes limpos em todas as vossas cidades, e falta de pão em todos os vossos lugarejos, mas não voltastes a mim! Oráculo de Iahweh. Eu também vos privei da chuva, quando ainda faltaram três meses para a colheita; fiz chover sobre uma cidade, e sobre a outra cidade eu não fiz chover; um campo era regado pela chuva, e o outro campo, sobre o qual não chovia, secava. 
Andaram duas ou três cidades, indo a outra cidade para beberem água, mas não se saciaram; contudo, não vos convertestes a mim, disse o Senhor. 
Feri-vos com crestamento e a ferrugem; a multidão das vossas hortas, e das vossas vinhas, e das vossas oliveiras, devorou-a o gafanhoto; contudo, não vos convertestes a mim, disse o Senhor. Enviei a peste contra vós outros à maneira do Egito, matei pela espada os vossos jovens, enquanto os vossos cavalos eram capturados; fiz subir às vossas narinas o mau cheiro de vossos acampamentos, mas não voltastes a mim! 
Oráculo de Iahweh. Eu vos derrubei como Deus derrubou Sodoma e Gomorra, fostes como um tição arrancado do incêndio, mas não voltastes a mim! Oráculo de Iahweh. 
Por isso, te tratei assim nação! E, porque te tratei assim, nação, prepara-te para o confronto com o teu Deus! (Am 4.1-12). 
Palavra de Iahweh que veio a Sofonias (Sf 1.1). Sofonias que dizer (escondi de Iahweh). De fato, consumi todas as coisas sobre a face da terra, diz o Senhor. Consumi os homens e os animais, consumi as aves do céu, e os peixes do mar, e as ofensas com os perversos e exterminarei os homens de sobre a face da terra, diz o Senhor. Estendi minha mãe contra cidade e contra todos os habitantes aniquilei deste lugar o resto do ídolo, o nome dos sacerdotes dos ídolos, os que prostram nos telhados diante do exército dos céus, os que se prostram diante de Iahweh, mas juram pelo ídolo (Is 57.9). Sofonias denuncia o culto astral e o culto dos deuses vizinhos. 
Os que se afastam de Iahweh, que não procuraram a Iahweh nem o consultaram. 
Silêncio diante do Senhor Iahweh, pois o dia de Iahweh está próximo! Sim, Iahweh preparou um sacrifício, ele santificou os seus convidados (Sf 1.1-7) e Is 34.6; Jr 46.10; Ez 39.17; Ap 19.7. Os convidados são consagrados para imolação como em (Jr 12.3). Iahweh promete prosperidade econômica, mas relaciona à aliança mosaica de bênçãos para a obediência. 
Ageu demonstra a continuação do relacionamento entre a nação e o Senhor. Deus usa a adversidade para advertir quanto a prosperidade espiritual e material é obedecer.  
Ageu dirigiu suas mensagens especialmente a Zorobabel, governador de Judá, e a Josué, o sumo sacerdote. 
Como constituíam a liderança civil e religiosa representavam todos os judeus que tinham voltado do exílio e foram advertidos pela mensagem de Ageu que significa festivo. 
A palavra de Iahweh adverte ao governador civil e a autoridade religiosa para restaurar os templos de adoração. 
No NT o templo se refere ao corpo reedificar o templo do Espírito Santo, com a obediência das mensagens de Iahweh (1 Co 6.19). 
E a palavra de Iahweh foi dirigida por intermédio do profeta Ageu nos seguintes termos: é para vós que habitam em casas revestidas, enquanto esta casa está em ruínas? 
Pensai bem em vossos caminhos! Semeastes muito e colhestes pouco, comestes, mas não vos saciastes, bebestes, mas não até embriague, vestistes-vos, mas não aquecestes, e o assalariado coloca o seu salário em uma bolsa furada. 
O salário não dá pra nada. Assim disse Iahweh dos Exércitos. Pensai bem em vossos caminhos! Trazei material de construção e reconstruí a casa! Nela eu porei a minha complacência e serei glorificado, disse Iahweh. 
Esperastes muito e eis que veio pouco. O que recolhíeis, eu, soprando, o espalhava. Por que isto? 
Oráculo de Iahweh dos Exércitos. Por causa de minha Casa que está em ruínas, enquanto vós corríeis cada um para a sua casa. 
Por isso, acima de nós, os céus retiveram seu orvalho, e a terra reteve os seus frutos. 
Convoquei uma seca sobre a terra e sobre os montes, sobre o trigo, sobre o mosto e sobre o óleo novo, e sobre tudo o que o solo produz, sobre os homens e animas, sobre todo o trabalho de vossas mãos. 
O resto do povo designa o povo fiel agrupado pelo profeta Zacarias (Is 4,3). Ora, autoridades e todo o resto do povo ouviram a voz de Iahweh seu Deus, e as palavras do profeta Ageu, como lhe ordenara Iahweh seu Deus e o povo temeu ao Iahweh. 
Disse Ageu, o mensageiro de Iahweh, ao povo, conforme a mensagem de Iahweh: “eu estou convosco, oráculo de Iahweh”. Iahweh despertou o espírito das autoridades, e despertou o espírito do resto do povo: para trabalhar no templo de Iahweh do Exércitos, seu Deus. 
No ano do governador. A palavra de Iahweh foi dirigida ao profeta Ageu nos seguintes termos: fala pois, assim governador, e a sumo sacerdote, e ao resto do povo. Quem entre vós o sobrevivente que viu este templo em sua glória primeira? Como o verá? Ele não é como o nada a vossos olhos? 
Agora, pois sê forte, governador, oráculo de Iahweh. Sê forte sumo sacerdote, sê forte todo do povo da terra, oráculo de Iahweh, e trabalhai, porque eu estou convosco - oráculo de Iahweh dos Exércitos. 
Conforme o compromisso que concluí convosco na saída do deserto, e uma vez que o meu espírito permanece no meio de vós, não temais! 
Porque assim disse Iahweh dos exércitos. Ainda um pouco de tempo e eu abalarei o céu, a terra, o mar e o continente. Abalarei todas as nações, então afluirão as riquezas de todas as nações e eu encherei este templo de glória, disse Iahweh dos Exércitos.  
A mim pertence a prata! A mim pertence o ouro! Oráculo de Iahweh dos Exércitos. 
A glória futura deste templo será maior do que a passada. Neste lugar eu darei a paz, oráculo de Iahweh dos Exércitos. 
No ano do governador, veio a palavra do Senhor por intermédio do profeta Ageu nestes termos. Assim disse Iahweh dos Exércitos. Pede aos sacerdotes um ensinamento nos seguintes termos:  “se alguém leva carne sacrificada na orla da sua veste e toca, com a sua orla, em pão, comida, vinho, óleo ou qualquer alimento, torna-se à isto por acaso, santo?”. Não é santo sacerdotes isto se tornará impuro! 
A “impureza” parece mais contagiosa do que a “santidade”: a perspectiva é ritual. Ageu disse: assim é esse povo! Assim é essa nação diante de mim! Oráculo de Iahweh. Assim, é o trabalho de suas mãos, e o que eles oferecem aqui é impuro! Assim, é o trabalho de suas mãos, isto é, as colheitas (Dt 24.10; 28.12; 30.9). O culto continuava no lugar do templo, onde o altar dos holocaustos havia sido restabelecido desde 538. 
Mas agora pensai em vosso coração, a partir deste dia e para o futuro. Antes de colocar pedra sobre pedra no santuário de Iahweh, o que vos tornais? O que vos “tornais?”, mah-heyitem, grego; “antes do seu futuro”, miheyôtam, hebraico. 
Vinha-se a um monte de grão de vinte medidas, e havia apenas dez; vinha-se ao lagar tirar de cinqüenta medidas, e havia apenas vinte. Eu vos feri com queimaduras, e com ferrugem, e com saraiva, em toda a obra das vossas mãos; e não houve, entre vós, quem voltasse para mim, diz o Senhor (Am 4.9).  
Considerai, eu vos rogo, desde este dia em diante, desde o dia em que se fundou o templo do Senhor, considerai nestas coisas. 
Já não há semente no celeiro. Além, disso, a videira, a figueira, a romeira e a oliveira não têm dado os seus frutos; mas desde este dia, vos abençoarei. 
Veio a palavra do Senhor pela segunda vez, a Ageu, dizendo: ao governador, farei abalar o céu e a terra. Derrubarei o trono dos reinos e destruirei o poder dos reinos das nações. Derrubarei os carros e aqueles que os montam; os cavalos e seus cavaleiros cairão, cada qual pela espada de seu irmã. 
Naquele dia - oráculo de Iahweh dos Exércitos - eu tomarei o governador, meu servo escolhido-oráculo de Iahweh - e farei de ti como um sinete. Porque foi a ti que eu escolhi, oráculo de Iahweh dos Exércitos (Ag 2.1-23). O sinete que servia para assinar as cartas e documentos (1 Rs 21,8), era guardado como objeto precioso ao pescoço (Gn 38,18) ou no dedo (Jr 22,24). 
A expressão implica uma escolha divina para uma missão importante para a história de salvação. Assim, o Iahweh tomou Abraão (Js 24,3), os levitas (Nm 3,120, Davi (2 Sm 7.8). Zorobabel, sucessor de Davi, renova a ligação com o antigo messiânico real (2 Sm 7,1; Is 7.14), e cristaliza em sua pessoa a esperança da Lei (Zc 6.12). 
Deus abençoara a nação! Pedi ao Senhor chuva no tempo das chuvas serôdias, ao Senhor, que faz as nuvens de chuva, dá aos homens aguaceiros e a cada um erva no campo. 
Pedi ao Senhor chuva fora do tempo, o Senhor faz nuvens. 
O vento é um elemento essencial na formação das nuvens. As nuvens que se formam com o ar calmo, sem movimentação vertical, são chamados estratos. 
Elas são cinzentas, formando uma espécie de lençol baixo e uniforme, que se assemelha a um nevoeiro. 
Também se apresenta em forma de camadas de extratos superpostas. Daí o seu nome sua presença no céu pode ser sinal de tempo nublado ou de tempo chuvoso. 
As nuvens de cor cinza-escuro são chamados de ninhos. Sua presença no céu é sinal de mau tempo e de que vai chover. 
Nuvem: conjunto visível de partículas de água ou de gelo em suspensão na atmosfera. 
Ele cobre o céu de nuvens, que prepara a chuva para a terra, e que faz produzir erva sobre os montes; que dá aos animais o seu sustento, e aos filhos dos corvos, quando clamam (Zc 10.1-9). Todas as chuvas provem de Deus. Iahweh certamente faz as nuvens de chuva, ele criou todas as coisas e as condições climáticas, chuvas de pedras (Êx 9.18), chuvas precipitação atmosférica formada de gotas de água, por efeito da condensação do vapor de água contido na atmosfera. 
Porque os ídolos do lar falam coisas vãs e os adivinhos veem mentiras, contam sonhos enganadores e oferecem consolações vazias por isso, anda o povo como ovelhas, aflito, porque não há pastor. 
Os ídolos do lar ou deuses familiares utilizados para adivinhação (Jz 17.5;18.14-20). 
O Senhor não permite tal consulta (Dt 18.14). 
Contra os pastores se inflamou a minha ira, e os bodes eu vou castigar. 
As ovelhas que não tem pastor são pedidas no caminho e morta pelos sues adversários (Jr 50.6,7). 
Os pastores e bodes - guias representam aqui os reis estrangeiros que governavam e maltrataram o povo de Deus (Ez 34.2).
Pastor se refere nas Escrituras aos reis terrenos (Is 44.28; Jr 23.2-4), a Deus como rei (Ez 34.11-16; Sl 23.1) e ao Messias (Ez 34.22-24; Jô 10.11-16; Hb 13.20; 1 Pe 5.4). Dele sairá a pedra angular, dele a estaca, dele o arco de guerra, dele todos os chefes. 
Junto eles serão como heróis que pisam a lama das ruas na guerra. A pedra angular, a estaca da tenda e o arco de guerra são figuras retóricas que representam os governantes e guerreiros que surgirão. Simbolizam a estabilidade futura do povo. E serão como valentes que, na batalha, pisam aos pés os seus inimigos na lama das ruas; pelejarão, porque o Senhor está com eles, e envergonharão os que andam montados em cavalos. 
Fortalecerei a casa da cidade, e salvarei os reinos. Os homens serão como um valente, e o seu coração se alegrará como pelo vinho; seus filhos o verão e se alegrarão; o seu coração se regozijará no Senhor. 
Eu lhes assobiarei e os ajuntarei, porque os tenho remido; multiplicar-se ão como antes se tinham multiplicado. Ainda que os espalhei por entre os povos, eles se lembram de mim em lugares remotos; viverão com os seus filhos e voltarão. 
Eu reconduzirei do país onde nasceu e os reunirei; eu os farei entrar na terra, e não se achará lugar para eles. 
Atravessarão o mar da nação e todas as profundezas do rio foram secas, será abatido o orgulho de outra nação e afastado o cetro da nação. Atravessarão no grego “ele atravessará” no hebraico é miséria e angústia. 
Eu os fortalecerei em Iahweh, em seu nome eles marcharão, oráculo de Iahweh (Is 10.1-12). 
Pois eis que veio o dia e arde como fornalha; todas os soberbos e todos os que cometem perversidade foram como o restolho; o dia que vem os abrasou, diz o Senhor dos Exércitos de sorte que não lhes deixou nem raiz nem ramo. 
Aqui temos um quadro do fim da colheita, em que os grãos preciosos foram separados e armazenados, e o restolho que sobrou nos campos foi incendiado para possibilitar o replantio das terras. Deus fez a separação entre os tementes (grãos preciosos) e os soberbos e perversos (restolho) para serem queimados no forno. 
No NT os soberbos e perversos serão lançados no inferno. 
O sol queima o restolho (a parte do capim ou grama que fica enraizado após a ceifa. 
Terreno em que há restolho; não tem plantação, nem colheita. 
Mas para vós que temeis o meu nome, brilhará o sol da justiça, que tem a cura em seus raios (Lc 1.17). Porque o Senhor Deus é o sol e escudo o Senhor dá graça e glória nenhum bem sonega aos que o temem ao Senhor e anda nos seus caminhos (Sl 84.11). 
Vós saíres e saltareis como bezerros. 
Pisareis os ímpios, pois eles serão poeira debaixo da sola de vossos pés, no dia em que eu agir, disse Iahweh dos Exércitos. 
Lembrai-vos da Lei de Moisés, meu servo, a quem eu prescrevi, no Horeb, para toda a nação, estatutos e normas. 
Eis que enviarei Elias, o profeta, antes que chegue o Dia de Iahweh, grande e terrível. Ele fará voltar o coração dos pais para os filhos e o coração dos filhos para os país, para que eu não venha ferir a terra com anátema. Jesus identifica Elias com João Batista (Mt 11.14; 17.10-13). 
Deus haveria de ferir a terra com maldição. Maneira figurada de se referir às conseqüências destruidoras dos pecados na terra, sol quente nos soberbos perversos. Comparação: Jesus é o sol da justiça. Jesus é a luz do mundo (Jo 8.12). Cristo veio trazer luz para aqueles que estão em trevas (Jo 1.5; 1 Jo 2.8). 
Os que estão na luz sejais dizimistas e ofertantes para ter o que comer. Sim, eu, Iahweh, não mudei, e vós, vós não deixais de ser os filhos de Jacó (Ml 3.7). 
Desde os dias de vossos pais vos afastastes de meus decretos e não os guardastes.  Voltai a mim e eu voltarei a vós! Disse Iahweh dos Exércitos. 
Mas vós dizeis: Como voltaremos? 
Pode um homem enganar a Deus? Pois vós me enganais! E dizeis: Em que te enganamos? Em relação ao dizimo e à contribuição. Vós estais sob a maldição e continuais a me enganar, vós todo o povo. Trazei o dízimo integral para a casa do Tesouro, a fim de que haja alimento em minha casa. 
Provai-me com isto, disse Iahweh dos Exércitos, para ver se eu não abrirei as janelas do céu e não derramarei sobre vós em abundância. 
Por vós, eu ameaçarei o gafanhoto, para que não destrua os frutos de vosso campo, e para que a plantação não fique estéril no campo, disse Iahweh dos Exércitos. 
Todas as nações vos proclamarão felizes, porque sereis uma terra de delicias, disse Iahweh dos Exércitos.  
Disse Jesus no Novo Testamento: daí pois o imposto ao governador o que é do governador, e a Deus o dízimo (Mt 22.21). 
Disse Jesus uma parábola do filho pródigo na fartura com Deus e na miséria sem Deus (Mt 13.1; Mc 4.1-9; Lc 8.4-8).  
Continuou: certo homem tinha dois filhos (Lc 15.11) o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá me a parte dos bens que cabe. E ele lhes repartiu os haveres. 
O homem representa Deus. Segundo a lei mosaica (Dt 21.17), ao filho mais velho correspondia parte dobrada da herança. Embora os bens normalmente fossem repartidos após a morte do pai, em casos especiais estes poderia repartir-los ainda em vida (Lc 12.13). Passados não muitos dias, o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu para uma terra distante e lá dissipou os seus bens, vivendo dissolutamente. 
Depois de ter consumido tudo, sobreveio aquele país uma grande fome, e ele começou a passar necessidade. 
Deus dá a terra por herança, se o filho não estiver com Deus na terra da herança passa fome. O filho perde tudo que Deus lhe dá longe do Senhor. Então, ele foi e se agregou a um dos cidadãos daquela terra, e este o mandou para os seus campos a guardar porcos. Visto que os porcos eram animais impuros para os judeus (Lv 11.7-8; Dt 14.8). Apascentar porcos era o trabalho mais desprezível que um judeu poderia imaginar e mais degradante ainda seria dividir com eles a comida. Alfarrobas: Fruto, em forma de vagens serviam de alimento aos animais, e as pessoas sem recursos também as comiam em casos de extrema necessidade. Ali, desejava ele fartar se das alfarrobas que os porcos comiam; mas ninguém lhe dava nada. O impuro pecador come as coisas impuras com extrema necessidade. 
Então, caindo em si, disse: quantos trabalhadores de meu pai têm com fartura e eu aqui morro de fome. Caindo em si conscientizado arrependido o filho sabe que os trabalhadores servos de Deus têm farturas de pão (palavra de Deus) e pão comida. 
Levantarei e irei ter como meu pai, e lhe direi Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. 
Trata-me como um dos teus empregados. 
Partiu, então, e foi ao encontro de seu pai. Ele estava ainda ao longe, quando seu pai viu-o, encheu-se de compaixão, correu e lançou sê-lhe ao pescoço, cobrindo-o de beijos. O filho, então, disse-lhe: Pai pequei contra o céu e contra ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. 
Mas o pai disse aos seus servos: ide depressa, trazei a melhor túnica e revesti-o com ela, ponde um anel no dedo e sandálias nos pés. Trazei novilho cevado e matai-o; comamos e festejemos, pois este meu filho estava morto e tornou a viver; estava perdido e foi reencontrado! E começaram a festejar. O vestido é sinal de dignidade e o anel no dedo é sinal de autoridade e as sandálias nos pés sinal de liberdade. 
Os escravos andavam descalço. 
Seu filho mais velho estava no campo. Quando voltava, já perto de casa ouviu músicas e danças. 
Chamando um servo, perguntou-lhe o que estava acontecendo. Este lhe disse: é teu irmão que voltou e teu pai matou o novilho cevado, porque o recuperou com saúde. 
Então ele ficou com muita raiva e não queria entrar. Seu pai saiu para suplicar-lhe. Ele, porém, respondeu a seu pai: há tantos anos que te sirvo, e jamais transgredi um só dos teus mandamentos, e nunca me deste um cabrito para festejar com meus amigos. Contudo, veio esse teu filho, que devorou teus bens com prostitutas, e para ele mata o novilho cevado! 
Mas o pai lhe disse: Filho, tu está sempre comigo, e tudo o que é meu é teu (Mq 4.1-32). 
Mas era preciso que festejássemos e nos alegrássemos, pois esse teu irmão estava morto e tornou a viver; ele estava perdido e foi reencontrado! Perdido é empregado no sentido de estar perdido em relação a Deus, como ovelha desgarrada (1 Pe 2.25; Is 53.6). 
A vida afastada com Deus é morte espiritual (Ef 2.1; 1 Jo 3.14) voltar se a Deus é ter vida eterna (Jo 11.26). 
Reunindo-se numerosa multidão que cada cidade vinha até ele, Jesus falou em parábola (Mt 13.1-9; Lc 8.4-15). Parábola: relato ou comparação empregada para de ensinamento. “O semeador saiu a semear sua semente. Ao semeá-la, uma parte da semente caiu ao longo do caminho, foi pisada e as aves do céu a comeram. 
Outra parte caiu sobre a pedra e, tendo germinado, secou por falta de umidade. 
Outra caiu no meio dos espinhos, e os espinhos, nascendo com ela, abafaram-na. 
Outra parte, finalmente, caiu em terra fértil, germinou e deu fruto ao cêntuplo. E, dizendo isso, exclamava: quem tem ouvidos para ouvir, ouça! Seus discípulos perguntaram-lhe o que significaria tal parábola. Ele respondeu: “a vós foi dado a conhecer os mistérios do reino de Deus; aos outros, porém, em parábolas, a fim de que vejam sem ver e ouçam sem entender”. 
Significa essa parábola: a semente é a palavra de Deus. 
Os que estão ao longo do caminho são os que ouvem, mas depois vem o diabo e arrebata-lhes a palavra com alegria, mas não têm raízes, pois creem apenas por um momento e na hora da tentação desistem. 
Aquilo que caiu nos espinhos é os que ouviram, mas, caminhando sob o peso dos cuidados, da riqueza e dos prazeres da vida, ficam sufocados e não chegam à maturidade. 
O que está em terra boa é os que, tendo ouvido a palavra com coração nobre e generoso, conservam-na e produzem fruto pela perseverança. 
A semente é a palavra de Deus é para formar a fé (Rm 1.17), as obras (Tg 2.18). 
A semente que está em boa terra dá frutos sendo plantada com a água da vida (Espírito Santo). 
As palavras que eu vos disse são Espírito e vida (Jo 6.63). 
Plantem com a semente da palavra de Deus, e com a outra semente para fertilizar a terra. 
Com a água da vida (Espírito Santo) e com a água líquida para fertilizar a terra. 
Deus cuida de nós com a água da vida, e ele cuida também dá terra com a água das nuvens. 
O Senhor nos dá água da vida, que mata a sede da alma para ter a vida eterna; Deus nos dá água líquida que mata a sede do corpo para ter vida terrena. 
Na seca conhece boa fonte de água da vida, e na dificuldade o bom amigo - Pai eterno. 

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