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Rio Eufrates



O rio Eufrates está secando e secará por pouco tempo. O rio Eufrates daqui a anos se transformará em terra árida no Oriente. O grande rio Eufrates percorre na Assíria atual país do Iraque, Turquia (país), Síria (país) e Mesopotâmia (norte do Iraque). A calamidade do intenso calor que seca o grande rio Eufrates provém do anjo com a taça, que significa ira, calamidade. Tem quatro anjos atados no rio, esses anjos serão soltos porque lá estão presos. Serão soltos os quatro demônios para lastimar, castigar com os flagelos que sairão da boca do seu cavalo com o fogo (calor intenso, calamidade, enxofre, que significa composição da natureza que faz distúrbios de temperatura que causa clima desagradável e etc (Ap 9.17-18). E também a fumaça que é um tormento (Ap 14.11). As profecias estão acontecendo. O anjo de Deus que está com uma taça, diferente dos demônios que estão presos. O anjo de Deus quando secar o rio Eufrates pelo fogo, sol quente, flagelo, após disso os quatro anjos que estão no Rio Eufrates serão soltos para agirem e matar a terça parte dos homens que ficam no Oriente (Ap 9.13-14-18). Os que não forem mortos pelos flagelos, põem freios nos atos pecaminosos como furtos, prostituição (infidelidade), homicídio, e deixem de adorar demônios e se arrependam dos seus pecados (Ap 9.20-21). O Rio Eufrates sofre há 8 anos com seca e poderá desaparecer do Iraque. Desde 2005 até o ano presente de 2013, o Rio Eufrates esta secando. Por todos os panatânos, os coletores de junco, pisando em terra por onde antes flutuavam, gritavam, erguendo suas foices enferrujadas. Não há água. O Eufrates está secando. Estrangulando pelas políticas de água dos vizinhos do Iraque e seus agricultores, o rio esta significativamente menor do que há apenas poucos anos. Algumas autoridades temem que em breve podera ser a metade do que era. O encolhimento do Eufrates um rio tão crucial para nascimento da civilização que o Livro do Apocalipse profetizou sua seca como um sinal do final dos tempos, tem dizimado as fazendas ao londo de suas margens, tem deixado pescadores empobrecidos e esvaziado as cidades a beira do rio, a medida que os agricultores fogem para cidades maiores a procura de trabalho. O livro do Apocalipse profetizou que o sinal é fim dos tempos, a seca do grande rio Eufrates. Derramou o sexto anjo a sua taça (ira, flagelo) sobre o grande rio Eufrates, cujas águas se secaram, para que se preparasse o caminho dos reis (autoridades) que vem do Oriente do lado do nascimento do sol (Ap 16.12). Os pobres sofrem mais agudamente, mas todos os estratos sociais estão sentindo os efeitos: xeques, diplomatas e até membros do parlamento que se retiram para suas fazendas após semanas em Bagda. Ao longo do rio, os campos de arroz e trigo se transformam em terra árida. Os canais encolheram para ribeiros rasos e os barcos de pesca ficam encalhados na terra seca. Bombas que visavam alimentar as usinas de tratamento de água balançam inultimente sobre poças marrons. "Os velhos dizem que é pior de que recordam", disse Sayd Dyia, um pecador de 34 anos de Hindiya, sentado em um café à beira do rio cheio de colegas ociosos. "Eu estou dependendo das graças de Deus" A seca é tão grande por todo o Iraque. A área cultivada com trigo e cevada no norte alimentado pela chuva caiu cerca de 95% do habitual, e os pomares de tâmaras e laranjas do leste estão ressecados. Por dois anos as autoridades americanas prevêe que a produção de trigo e cevada será pouco mais da metade daquela de dois anos atrás. É uma crise que ameaça as raizes da identidade do Iraque, não apenas como a terra entre dois rios, mas como uma nação que já foi a maior exportadora de tâmaras do mundo, que antes fornecia cevada para a cerveja alemã e que tem orgulho patriótico de seu caro arroz âmbar. Agora o Iraque está importando mais e mais grãos. Os produtores rurais ao longo do Eufrates dizem, com raiva e desespero, que terão que abandonar o arroz âmbar por variedades mais baratas. As secas não são raras no Iraque, apesar das autoridades dizerem que nos últimos anos estão correndo com maior frequência. Mas a seca é apenas parte do que está sufocando o Eufrates e seu irmão gêmeo maior e mais saudável, o Tigre. Os culpados citados com maior frequência são os governos turco e sírio. O Iraque tem muita água, mas é um país que está corrente abaixo. Há pelo menos sete represas no Eufrates na Turquia e na Síria, segundo as autoridades de água iraquiana, e sem nenhum tratado ou acordo, o governo iraquiano fica reduzido a implorar por água junto aos seus vizinhos. Em uma conferência em Bagda-na qual os participantes beberam água engarrafada da Árabia Saudita, um país com uma fração de água doce do Iraque-as autoridades falavam em desastre. Nós temos uma sede real no Iraque, disse Ali baban, o ministro do Planejamento. Nossa agricultura vai morrer, nossas cidades vão definhar e nenhum Estado pode ficar quieto em uma situação dessas. Recentemente, o ministério da água anunciou que a Turquia dobrou fluxo de água para o Eufrates, salvando o período de plantio de arroz em algumas áreas. A medida aumentou o fluxo de água em cerca de 60% de sua média, apenas o suficiente para atender metade das necessidades de irrigação para a estação de arroz. Apesar da Turquia ter concordado em mantar o fluxo e até aumentá-lo, não há compromisso que exija que o país o faça. Com o Eufrates exibido poucos sinais de melhoria de saúde, a amargura em torno da água do Iraque ameaça se transformar em fonte de tensão por meses, ou até mesmo anos, entre Iraque e seus vizinhos. Muitas autoridades americanas, turcas e até mesmo iraquianas, desdenhando as acusações como postura de ano eleitoral, disseram que o problema real está nas deploráveis políticas de gestão de águas do prórpio Iraque. Costumava haver água por toda a parte, disse Abduredha Joda, 40 anos sentando em sua choupana de junco em um terreo seco e rochoso de Karbala. Joda, que descreve sua situação difícil com um sorriso cansado, cresceu perto de Basra, mas fugiu para Bagdá quando Saddam Russein drenou os grandes pântanos do sul do Iraque em reataliação pelo levante xiita de 1991. Ele chegou a Karbala em 2004 para pescar e criar búfalos d´ água nos ricos alagadiços que o lembravam de seu lar. Nesse ano é apenas um deserto ele disse. Ao longo do rio, não há falta de ressentimento em relação aos turcos e sírios. Mas também há ressentimento contra os americanos, curdos, iraquianos e o governo iraquiano, todos eles responsabilizados. As áreas sunitas rio acima parecem ter água suficiente, observou Joda, um comentário cheio de implicações. As auoridades dizem que nada melhorará se o Iraque não tratar seriamente de suas próprias políticas de água e de sua história de má gestão de águas. Canais que vazam e práticas de irrigação perdulárias desperdiçam água, e a má derenagem deixa os campos estão salgados com a evaporação da água que mulheres e crianças escavam imensos montes brancos das piscinas de água de rolamento. Em uma manhã escarlate em Diwanuya, Bashia Mohammed, 60 anos trabalhava em uma piscina de drenagem ao lado da estrada colhendo sal, a única fonte de renda de sua família, agora que sua plantação de arroz secou. Mas a fazenda morta não era a crise real. "Não há água do rio para bebermos", ele disse, se referindo ao canal que flui do Eufrates. Agora está totalmente seco e contém água de esgoto. Eles cavam poços, mas ás vezes a água simplismente é cortada e temos que beber do rio. Todos meus vizinhos estão doentes por causa da água. No sudoeste, onde o Eufrates se aproxima do fim de sua jornada de 2.784 quilômetros e se mistura com as águas menos salgadas do Tigre antes de desaguar no Golfo Pérsico, a situação é grave. Os pântanos de lá, que foram intencionados reinundados em 2003, resgatando a cultura antiga dos árabes do pântano, estão secando novamente. Os carneiros pastam em terras no meio do rio. Os produtores rurais, coletores de junco e criadores de búfalos continuam trabalhando, mas dizem que não poderão continuar se a água permanecer assim.

Os quatro anjos do rio Eufrates serão soltos para matar a terça parte de gentes no Oriente Médio onde fica o rio Eufrates. Os quatro anjos matarão pelo fogo (intenso calor, calamidade) e enxofre e fumaça (Ap 9.15-18). O enxofre apresenta um ciclo que se passa entre o ar e os sedimentos. Existe um grande depósito na crosta terrestre e nos sendimentos e um depósito menor na atmosféra. No reservatório terrestre, os microorganismos têm função prepoderante pois realizam a oxidação ou redução química. Dessas reações resulta a recuperação do enxofre dos sedimentos mais profundos. Na crosta e no ar, paralelamente, ocorrem processos geoquimicos, e meteorológicos, tais como erosão, lixiviação, ação de chuva, e etc e processo biológicos de produção e decomposição. O enxofre dissolve-se na benzina e no sulfeto de carbono; mau condutor de calor e temperatura, queima no ar produzindo gás sulfúrico. O enxofre encontra-se na natureza em estado de sulfeto ou de sulfato, ou mesmo em estado nativo nas cernamas dos antigos vulcões (Sicília, Lousiana). E a fumaça cientificamente é uma uma nuvem composta de residuos de elementos em estado de queima que flutua devido à votalidade do ar quente ou uma formação de vapor, resultante de ebúlição de água ou algum outro líquido. Os anjos do Apocalipse estão com as suas trombetas para tocar, e quando tocar destruirá os que desviam os seus caminhos para outra fé que não seja da palavra de Deus, o qual contém doutrinas de homens que fundou religião. O anjo de Deus com o toque da sua trombeta está secando o rio Eufrates, a fim de preparar o caminho para as autoridades que serão opostos a Cristo juntamente com o anticristo que se manifestará camuflado, o rio Eufrates está secando para as autoridades vim, e se preparar para a guerra do Armagedom que será na cidade da Palestina em Israel. O Armagedom será na cidade da Palestina onde costumamos ver guerras entre judeus e gentios (árabes). A última guerra será entre Cristo e anicristo, contra Satanás e o seu reino no Oriente Médio será a guerra final. A imagem da guerra é usada no NT para descrever o triunfo de Cristo sobre Satanás (Ap 16.14-16; 17.14; 19.14). O anticristo e o seu reino se ajuntará na cidade da Palestina em Israel que fica no Oriente Médio. O Oriente fica do lado do sol nascente, para além dessa acepção geográfica, a palavra Oriente tem naturalmente uma conotação política e cultural-os ocidentes, ou seja, europeus e americanos, consideram os asiáticos como orientais, mas já não consideram assim os autralianos, nem mesmo os seus aborigenes. A divisão do mundo em Ocidente e Oriente é conhecida na Europa desde 292, d. C, quando o imperador romano Diocleciano dividiu o Império Romano em duas partes, cada uma admistrada por um Augusto e um César (Tetrarquia), em que a parte oriental se transoformou no Império Bizantino. Já Caio Plínio Segundo (também chamado de Plínico, o Velho) referiu-se às gentes do Oriente em sua Naturalis História como Seres. O termo também designa qualquer pessoa que reside no hemisfério Oriental pode ser da Ásia, da Oceania, e do leste da África que são os povos da cultura oriental, tanto do Médio Oriente, quanto do Extremo Oriente, regiões que são chamadas pela região do meridiano 75 leste Greewich, como, a Baia de Bengala, a região do vale do Ganges, Hindus Kusch, o Tian Shan, os Montes Altai.


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O nome do terceiro rio é Tigre; é o que corre pelo oriente da Assíria. E o quarto é o Eufrates (Gn 2.14). O rio (em árabe, Diija, em turco: Dilce; na Bíblia Hiddekil) é o mais oriental dos dois grandes rios do Iraque. De fato, o nome "Mesopotâmia" significa terra entre os rios. O Tigre tem 1.900 km de extensão. Nasce nos Montes Taurus da Turquia orietal e corre geralemente para sudeste até unir-se ao rio Eufrates, próximo a Al Qurna no Sul do Iraque. Os dois rios formam o cal de Shatt-al Arab, que desemboca no Golfo Pérsico. Neste rio desmbocam muitos afluentes, como o Diyala e o Zab, Bágda, a capital iraquiana, situa-se na margem oeste do Tigre, enquanto qu a cidade da Mesopotâmia situavam-se junto ao rio Shatt al Arab. Na antiguidade, muitas das grandes cidades da Mesopotâmia situavam-se para irrigar a civilização suméria. Entre as cidades mais importantes do Tigre encontravam-se Nínive, Ctésifon e Sléucia, enquanto que a cidade de Lagash estava irrigada pela água do Tigre através de um canal construído em 2400 a.C. Tikrit também se encontra junto ao rio, tanto que seu nome está baseado no próprio rio. Rio Eufrates (nome tradicional, em aramaico Frot/Frat, Persa antigo Ufrat, e em turco Furat) é um dos rios que forma a Mesopotâmia juntamente como o Tigre, onde hoje se encontra o atual Iraque. O rio é formado pela união de dois afluentes: oKara (Eufrates Ocidental), que nasce nas montanhas orientais da Turquia ao norte de Erzerum e o Murat (Eufrates Ocidental), que se origina no lago Van. O rio tem aproximadamente 2.780 km de extensão e sua porção superior escoa por entre canyons e gargantas para o sudeste através da Síria e depois do Iraque. Os rios Khabur e Balikh, que se originam também na Turquia, se juntam ao rio Eufrates na porção oriental da Síria. Após isso, ao longo de todo o seu curso, o rio Eufrates não recebe mais contribuições de outros corpos d´água. Abaixo de Bassora no Sul do Iraque o rio se une ao rio Tigre para formar o rio Shatt al Arab, que vai desaguar no Golfo Pérsico.

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