1. Descubra como a arqueologia e a crítica textual confirmam a historicidade das Escrituras Sagradas.
A Bíblia cita Cidades, reis, moedas e costumes que foram desenterrados por arqueólogos.
Exemplo: Por muito tempo, críticos disseram que o Rei Davi era um mito. Em 1993, foi encontrada a Estela de Tel Dan, um monumento de pedra do século IX a.C. que menciona explicitamente a "Casa de Davi".
Cidades: Jericó, Éfeso, Cafarnaum e o Tanque de Siloé (onde Jesus curou o cego) foram todos escavados e comprovados. Contos de fadas não têm endereços reais que você pode visitar hoje.
2. Manuscritos e Confiabilidade
A Bíblia é o livro da antiguidade com o maior número de cópias preservadas.
Se alguém aceita que Homero (Ilíada) ou Júlio César existiram com base em apenas uma dúzia de manuscritos antigos, deve aceitar o Novo Testamento com muito mais força, pois temos mais de 5.800 manuscritos gregos originais.
Manuscritos do Mar Morto: Encontrados em 1947, provaram que o texto de Isaías que lemos hoje é idêntico ao de 2.000 anos atrás. Um "conto de fadas" muda a cada geração; a Bíblia permaneceu preservada.
3. O Contexto Judaico-Cristão (História Viva)
A Bíblia não é apenas um livro, é a espinha dorsal da história do povo judeu.
As leis contidas no Pentateuco moldaram a ética e a justiça do mundo ocidental.
Os historiadores seculares da época, como Flávio Josefo (judeu) e Tácito (romano), mencionaram Jesus e a execução dele sob Pôncio Pilatos. Eles não eram cristãos, eram historiadores registrando fatos.