Estabelecido o reinado de Josafá e Geraldo Alckmin

Em lugar de Asa, reinou seu filho Josafá, que se fortificou contra Israel (2 Crônicas 17.1); ele pôs tropas em todas as cidades fortificadas de Judá e estabeleceu guarnições na terra de Judá, como também nas cidades de Efraim, que Asa, seu pai, tinha tomado (2 Crônicas 17.2).
Josafá (= Javé é juiz) quarto rei de Judá (870-848 a.C; 1 Reis 22; 2 Crônicas 17-21). Destacou-se por sua piedade e pelas suas qualidades de governante.
O rei Josafá mostrou-se forte em Israel na Segurança Pública de Israel.
E o seu reino de Josafá manteve-se em paz, pois o seu Deus lhe concedeu paz em todas as suas fronteiras (2 Crônicas 20.30). 
Em Crônicas, ter descanso dos ataques dos inimigos faz parte da bênção de Deus pela obediência (2 Crônicas 14.5-7; 2 Crônicas 15.15; 1 Crônicas 22.8, 9, 18).
Os reis justos têm vitória na guerra (Abias, Asa, Josafá, Uzias, Ezequias), ao passo que os reis ímpios sofrem derrotas (Jeorão, Acaz, Joás, Zedequias). 
Josafá era provavelmente co-regente com seu pai Asa desde 872-869 (2 Crônicas 20.31).
Josafá não consultou os mortos, espíritos desencarnados, deuses, mas buscou a Deus e obedeceu aos seus mandamentos (2 Crônicas 17.3-4).
O Senhor firmou o seu reino (2 Crônicas 17.5).
Ele seguiu corajosamente os caminhos do Senhor; além disso, retirou de Judá os altares idolatras (2 Crônicas 17.6).
Asa tinha tentado retirar os altares idolatras, mas foram restaurados (2 Crônicas 14.5; 2 Crônicas 15.17), também Josafá os retirou inicialmente, só que foram restaurados e persistiram (2 Crônicas 20.33; 1 Reis 22.43; 1 Reis 3.2; 1 Reis 15.14).
Na teocracia, a lei do Senhor era para fazer parte inseparável da lei civil do país; o rei e os seus oficiais, bem como sacerdotes e os profetas, representavam a soberania do Senhor sobre seu povo.



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